Monday, September 07, 2009
Sinais evidentes de decadência do SNS
Wednesday, July 29, 2009
Folhetim da Cegueira
Thursday, January 29, 2009
Parabéns Senhora Ministra
- "Um dos grandes problemas da saúde em Portugal é organizacional", disse Ana Jorge.
- Na área hospitalar, "tem falhado muito o envolvimento das administrações e dos directores de serviço", disse, considerando que são estes "os grandes responsáveis pelo funcionamento do serviço hospitalar e por envolver os seus profissionais".
- Ana Jorge dá como "exemplo de sucesso" o Programa de Intervenção em Oftalmologia (PIO), através do qual foram realizadas mais de 15 mil cirurgias. A "chave do sucesso foi o envolvimento dos profissionais e, nomeadamente, dos directores dos serviços de oftalmologia", considera Ana Jorge.
- A ministra preconiza mudanças, mas não só ao nível do nome, numa referência à transformação dos hospitais em Sociedades Anónimas (SA) e, mais tarde, em Entidades Públicas Empresariais (EPE).
- Para Ana Jorge, "existem alguns hospitais EPE com os profissionais mobilizados e outros que se esqueceram que precisam dos profissionais" de saúde. "Assim não dá, pois só muda o nome", salientou.
Ora, muito bem, Senhora Ministra. Contudo, a Dra. ana Jorge esquece-se do seguinte:
- As Administrações dos Hospitais EPE são nomeadas pelo Ministério da Saúde. Ou seja, se a Senhora Ministra acha que não sabem gerir bem os recursos que têm a cargo, Ana Jorge deve demiti-los.
- A grande maioria das Administrações dos Hospitais EPE não sabem gerir a autonomia que têm, porque: a) não têm perfil para liderar organizações; b) sabem que são boys políticos e têm medo de arriscar e de decidir.
É pena, Senhora Ministra, que não vá até ao fim, na sua análise.
Thursday, November 13, 2008
Eram milhões, talvez biliões!
Wednesday, October 08, 2008
Que grande confusão vai no Ministério da Saúde
- O Estado alega que o custo da formação de médicos é elevado. E nós acreditamos. Então, porque não aceita partilhar esses custos com o sector privado?
- Será que a Ministra da Saúde quer dizer que o sector privado da saúde não é competente para dar formação? Se assim for, é grave que mantenha operadores privados da saúde incompetentes!
- Se existe ensino/ formação em quase todos os domínios no sector privado, porque é que no domínio da medicina isso não pode acontecer?
Coerência e bom senso, aconselha-se aos decisores portugueses, ainda que a tempestade económico - financeira vá alta!
Thursday, September 25, 2008
Haverá falta de medicamentos em Portugal?
- Há medicamentos que estão a ser exportados para outros países europeus, onde o seu preço é mais elevado do que no mercado nacional. Mas no meio do negócio, doentes portugueses têm ficado privados dos fármacos de que precisam, o que preocupa médicos e responsáveis do sector da saúde.
- "O caso mais preocupante surgiu agora, com uma doente que estava a tomar um novo medicamento anti-psicótico e que ficou mais de duas semanas sem ele porque estava totalmente esgotado nas várias farmácias a que foi".
- Preocupado com a situação, o médico contactou o laboratório responsável pela produção daquele fármaco para apurar a razão da sua ausência no mercado, mas a resposta surpreendeu-o: o medicamento não estava disponível porque a empresa distribuidora o tinha exportado.
- Segundo o presidente da Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma), João Almeida Lopes, "as empresas distribuidoras ganham mais se exportarem os medicamentos do que se os venderem ao mercado nacional", uma vez que o preço de muitos fármacos é mais baixo em Portugal do que noutros países europeus.
- O vice-presidente da Federação Nacional dos Médicos, Mário Jorge Neves, considera que "o país está à mercê de outros interesses, que não os dos doentes" e deixa um aviso: "Em determinadas terapêuticas em que as pessoas dependem da toma diária de um medicamento, isso pode ser a fronteira entre a vida e a morte".
- O presidente da Federação das Cooperativas de Distribuição Farmacêutica (FECOFAR), José Amorim, reconhece que "a exportação paralela é um problema delicado que, não sendo ilegal, causa algum embaraço e desconforto porque, às vezes, os medicamentos acabam por faltar no mercado nacional".
Sinceramente, acabamos por não perceber claramente o problema. Mas, de uma coisa temos a certeza, esta notícia retrata um enfrentamento entre o Estado e a Indústria Farmacêutica, provavelmente motivado pela pressão que o ex-Ministro da Saúde, Correia de Campos, colocou ao fazer descer administrativamente os preços dos medicamentos dois anos consecutivos.
Vamos ver o que fará a Senhora Ministra da Saúde, face a este problema que se pode vir a tornar complicado.
Wednesday, July 30, 2008
A exclusividade natural
Chamámos "bomba", a esta atitude do Ministério da Saúde. A resposta a esta iniciativa já teve imensos impactos, de vária ordem. Vejamos alguns:
Repare-se que o tema foi lançado em plena sealy season, mas veja-se o impacto que teve logo em vários dos atingidos. Quando se pretende tocar em poderes significativos, as reacções são muito fortes.
Os futuros médicos também atiram achas para a fogueira:
- A Associação Nacional de Estudantes de Medicina estão contra a criação de um novo curso da área na Universidade do Algarve, já que «nem a sua implementação nem o modelo que é proposto estão justificados ou estão de acordo com as reais necessidades do país».
- Ouvido pela TSF, o vice-presidente desta associação entende que a ideia da existência de falta de médicos em Portugal é errada, uma vez que a média de médicos no país é superior à média europeia.
- «Mesmo em relação ao alegado elevado número de aposentações para os próximos anos, um estudo realizado em 2001 indicava que se o numerus clausus em Medicina fosse estabelecido à volta dos 1200 esse problema estaria resolvido», explicou Pedro Moreira.
Tanto fumo no ar e tanta gente a falar apenas e só para defender o "seu bolso"!
Post Scriptum: A actual Ministra da Saúde, Ana Jorge, é médica, da especialidade de pediatria.
Friday, July 04, 2008
O que é qualidade em saúde?
- A insuficiência na avaliação de resultados tem importantes e deletérias consequências no desempenho e, provavelmente, na própria sobrevivência do SNS, pois impossibilita a determinação do valor da sua actividade, indispensável para balizar quaisquer tentativas de melhoria e para o impor perante outros prestadores.
- Como poderá resistir à parasitação por prestadores privados que não deixarão de propagandear a excelência dos resultados próprios enquanto alijam a parte não lucrativa dos serviços para um SNS silenciado na afirmação das suas realizações?
- Invocando dificuldades na avaliação quantificada do que é “viver mais e melhor”, tornou-se hábito avaliar, em vez disso, as estruturas ou os processos que são utilizados pelos serviços ou estabelecimentos de saúde. A tal ponto que, muitas vezes, os meios substituem os fins.
Ora, a questão que o Relatório da Primavera 2008 levanta é determinante para o SNS, uma vez que este não tem, nem implementa um conceito prático de qualidade. Isto é, o que é qualidade nos serviços de saúde? Como é que se materializa?
Presentemente, ainda segundo o referido Relatório, para o SNS, o único controlo de qualidade que é feito (para nós, mesmo este é muito pontual e pouco sistemático) é este:
- Os objectivos da actividade dos sistemas de saúde não podem ser fazer mais consultas ou dar mais altas de internamento, radiografar mais as pessoas ou fazer-lhes mais endoscopias, proceder a mais operações cirúrgicas ou aumentar a percentagem das que se realizam em regime ambulatório.
Dito isto, então como é que se mede qualidade, num hospital ou num centro de saúde? Para o OPSS a qualidade deveria ser medida assim: viver mais tempo sem doença ou, se a doença chegar a manifestar-se ou persistir, minimizar o “fardo” que ela constitui.
Se o SNS não mudar a sua forma de medir qualidade nos serviços de saúde, vai estar perante caminhos turtuosos:
- Sem capacidade de avaliação, o serviço de saúde não tem possibilidade de tomar decisões no que respeita à incorporação de tecnologias.
- Sem “saber de experiência feito”, tem de se limitar a acreditar nas comunicações de terceiros, prescindindo de ter voz activa na discriminação do valor relativo do que é levado a adquirir.
- Dito de outro modo, o SNS encontra-se nas mãos de quem tem interesse em vender-lhe o que quer que seja.
Será que algum Alto Funcionário do Ministério da Saúde, a começar na Ministra ou nos Secretários de Estado, têm uma noção clara do que é "qualidade nos serviços de saúde"? Admitimos que sim. Então, porque pretendem apenas fazer controlo de gestão e não a avaliação da qualidade do serviço de saúde?
Wednesday, July 02, 2008
As derrapagens sucessivas da Ministra
- A ministra da Saúde disse esta terça-feira no Parlamento que, em caso de doença grave, nunca iria a um hospital privado.
- A ministra da Saúde acusou ainda os médicos de receitarem medicamentos e exames a mais, que não são necessários à saúde dos doentes.
- «Quem vai ao médico leva uma receita mesmo que não necessite de prescrição. Muitos exames que completam o diagnóstico são pedidos exageradamente», alertou a ministra.
Das duas uma, ou a Ministra já percebeu que não consegue enfrentar o "monstro das 7 cabeças", ou não sabe o que diz!
Comentários nossos:
- Se a Ministra diz que não vai a um Hospital Privado, é porque tem conhecimento de factos graves, que a maioria dos cidadãos não tem. Perante isto, deveria agir, encerrando os Hospitais Privados que não lhe servem a ela e a nós cidadãos!
- Se os Hospitais Privados só servem para consultas ou para a execução de exames, então, as entidades públicas que os credenciaram como Hospitais deveriam retirar-lhes as licenças.
- Se a Ministra não tem confiança nos Médicos que trabalham nos Hospitais Públicos (relembre-se que a própria Ministra é Médica num Hospital Público), só tem que os disciplinar. Aliás, se não há confiança entre empregador e empregado, quebra-se a relação de trabalho saudável e que propicia maiores níveis de produtividade.
Triste, demasiado triste.
Wednesday, June 18, 2008
O pânico
- Portugal vai passar a ter 15 médicos do Uruguai a trabalhar, por três anos, nos serviços de emergência médica dos hospitais, e o Governo está a estudar alargar a experiência a outros países.
- Face à falta de médicos formados em universidades portuguesas -- um problema que a governante admitiu vir a agudizar-se no prazo «de quatro ou cinco anos» -, Ana Jorge disse depois aos jornalistas que a contratação de médicos uruguaios era «uma das formas que há» para tentar resolver o problema.
- Ana Jorge afirmou que outra das maneiras para tentar fixar médicos ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) é fazer acções junto dos jovens estudantes ainda quando estão das universidades.
Perguntas nossas:
- Não saberá a Senhora Ministra que há centenas de portugueses a tentarem tirar uma licenciatura em Medicina em países como a República Checa e a Espanha, porque as universidades portuguesas não têm vagas?
- A seguir, a Ministra Ana Jorge irá contratar Médicos em Marte ou em Júpiter?
Tuesday, May 27, 2008
A debacle do SNS
- A ministra da Saúde admitiu hoje que «números elevados» de utentes continuarão sem médico de família mesmo com a abertura de mais 50 Unidades de Saúde Familiar (USF) até ao final do ano, devido à falta de clínicos.
Diz o nóvel Presidente do lobby dos Administradores Hospitalares:
- Os hospitais públicos precisam de ser mais eficientes. Pedro Lopes considera inaceitável que a maioria dos blocos operatórios não funcionem, pelo menos, oito horas por dia.
Friday, May 09, 2008
O desnorte confirmado no Ministério da Saúde
- Não há médicos oftalmologistas em Portugal?
- Não há hospitais e salas de cirurgia em Portugal?
- Não há energia para fornecer os hospitais portugueses?
- O que andam a fazer esses magos: Altos funcionários do Ministério da Saúde, Alto Comissariado da Saúde (nem sabemos para que serve este Comissariado), Administradores hospitalares, Deputados da nação, o Primeiro Ministro e o Presidente da República?
Não temos nada contra Cuba, a não ser pelo facto de ser um Regime ditatorial e repressor. Mas, Cuba tem recursos médicos, financeiros e de equipamentos, para resolver umas centenas de cirurgias às cataratas de portugueses pobres!
É que não estamos a falar de doenças raras e específicas com terapias muito localizadas em dois ou três pontos do mundo!
Só por isto, qualquer que seja o Ministro da Saúde de Portugal, deveria ser demitido por clara incompetência.
Melhores dias virão!
Wednesday, April 02, 2008
Tempo é dinheiro
Tuesday, March 18, 2008
A saúde é uma pasta difícil
Wednesday, March 12, 2008
As reformas do assobio
- "Além das circunstâncias do passado que justificavam não encerrar a urgência de Estarreja, há hoje uma mais gravosa, que é o facto das pessoas esperarem no Hospital de Aveiro quatro a seis horas para serem atendidas e as duas mortes ocorridas no serviço de urgências só vieram demonstrar que não tem capacidade de resposta".
- Rosa Pontes, da comissão de utentes, continua a não entender a decisão do governo de encerrar a urgência de Estarreja, "que tem o maior complexo químico do país" e explica o regresso aos protestos por "nada ter sido feito" no Hospital Visconde de Salreu e o de Aveiro estar "um caos".
- "Há cerca de um ano esperávamos que o protocolo assinado pelo presidente da Câmara trouxesse algo de bom para o nosso Hospital e hoje não tem nada de novo, não tem consultas externas e está tudo na mesma", disse.
Claro que "reformas" feitas sem sentido e executadas sem método, levam à descrença e consequentemente à paralisação das reformas. Vejamos outra consequência das chamadas "reformas do assobio":
- O Governo poderá estar a um passo de chegar a acordo com a Câmara de Anadia para pôr termo ao polémico encerramento das urgências do hospital local, que motivou já 19 manifestações na Bairrada e fomentou protestos noutros pontos do país. A ministra da Saúde, Ana Jorge, reuniu, anteontem, com o presidente da autarquia, Litério Marques, e apresentou uma solução que prevê cedências de ambas as partes.
O futuro do SNS será a sua privatização em escala!
Friday, February 22, 2008
Assessoria de imagem especial
- Cláudia Borges, que apresentou o programa Centro de Saúde na RTP1, é a nova consultora do gabinete de comunicação do Ministério da Saúde, agora dirigido por Ana Jorge.
- Cláudia Borges conheceu a nova ministra da Saúde no âmbito do programa Centro de Saúde, já que a jornalista gravou dois programas desta série na unidade de pediatria do Hospital Garcia de Horta, serviço do qual Ana Jorge era directora.
- O objectivo de Ana Jorge, ao ir buscar Cláudia Borges, é dar a conhecer melhor o que é o sistema de saúde português e as reestruturações que estão em marcha, além de dar ao público mais informação e uma melhor comunicação sobre este assunto, acrescentou.
- Cláudia Borges, mulher de Ricardo Costa, jornalista da SIC, é licenciada pela Faculdade de Direito de Lisboa, dedicando-se ao jornalismo desde 1992.
Post Scriptum: Para quem não sabe, Ricardo Costa é meio-irmão de António Costa, actual Presidente da Câmara de Lisboa!
Monday, February 18, 2008
Imagens da saúde em Portugal
- A autarca (de Odivelas) lamentou que "os cuidados paliativos tenham deixado de funcionar e 24 horas por dia e corram o risco de acabar "por falta de pessoal". Outro dos problemas, segundo a vereadora, é a falta de condições dos centros de saúde actuais. "Há salas onde chove, andares sem casas de banho por problemas de esgotos, prédios sem elevador ou com escadas de acesso que dificultam a mobilidade". Exigiu, por isso, a construção de novos centros de saúde e do Hospital de Loures, que, recordou, "chegou a estar previsto para 2008".
- o coronel Abílio Gomes assume funções num momento em que o INEM atravessa um período marcado por uma sucessão de casos polémicos de socorro tardio, em diferentes pontos do País.
- "As viaturas podem estar muito bem equipadas, mas se não houver coordenação, o sistema não funcionará. Não chega ter meios técnicos, é preciso que eles funcionem. E o município de Valença quer que fique inequívoco que não se repetirão episódios como os que recentemente vieram a público, relacionados com o INEM", disse ainda Serra.
Comentário nosso: é difícil gerir pessoas, mas se quem vai para Ministro não o sabe fazer, é melhor não aceitar ser Ministro.
Thursday, February 14, 2008
Senhora Ministra: aqui vai mais um desperdício
- há casos de utentes que recorrem ao Serviço Nacional de Saúde e que pedem uma cirurgia estética, sendo por vezes encaminhados por alguns hospitais para o sistema de listas de espera.
- Como acontece em muitos casos, o sistema de gestão não consegue uma cirurgia para estes utentes no prazo de nove meses, sendo então o serviço realizado por um privado, em regime de convenção.
- Segundo referiu o presidente do Colégio de Cirurgia Plástica da Ordem dos Médicos “há clínicas que estão a despachar situações de cirurgia plástica de estética pura à custa do erário público” acrescentando que, no seu entender, “é imoral que isto aconteça num país onde, por exemplo, há uma comparticipação limitada de medicamentos essenciais”.
Mais palavras? Onde está a contenção? Não vivemos nós num Regime de falácia e de desenrasque?
Post Scriptum: para nós existe esta excepção, “Se uma pessoa tem muitas cicatrizes devido a uma operação por causa de um acidente, essa cirurgia é estética, mas necessária”.
Sunday, February 10, 2008
O escalpe do INEM
Thursday, January 31, 2008
Será uma liderança diferente o segredo?
- debaixo da condição de anonimato, é linear: “Sai o ministro, continuam as políticas, mas com um rosto mais humanista”, diz um gestor hospitalar.
- “As prioridades e as reformas estavam todas certas, o ministro é que deixou de ter condições para continuar a implementá-las”, complementa outro profissional de saúde.
- “Há o perigo de esta mudança poder dar um sinal de que as contas do Serviço Nacional de Saúde (SNS) podem ser menos controladas”, sublinha um analista do sector.
- o presidente do Hospital de Santa Maria, Adalberto Campos Fernandes, sublinha a necessidade de “dar continuidade ao programa de Governo”, sob pena de arruinar o progresso que foi feito na reforma do funcionamento do SNS.
- Manuel Delgado considera que, “apesar de as políticas estarem certas, as críticas sistemáticas ao ministro da Saúde deixaram pouca margem política para a sua continuação”.
Para nós, só houve mudança de Ministro, porque a política estava errada, pelo menos na opinião do Primeiro Ministro, que é o Chefe do Governo.
Ou agora, substituem-se pessoas, quando elas desempenham uma função de gestão adequada? Se assim for, é uma decisão disparatada e até mesmo criminosa, para o país!
Isto é, substituem-se pessoas competentes? Algum Chefe ou Patrão faz isso? Evidentemente que não. Não estamos a ver o Engenheiro Belmiro de Azevedo ou o Dr. Ricardo Salgado, a despedirem gestores competentes e com resultados dados.
Evidentemente, que José Sócrates pode estar a cometer um erro crasso, se substitui Correia de Campos, porque este era impopular, mas vai continuar a implementar a mesma política com uma Senhora! Este erro custará muito caro, sobretudo aos portugueses.
Post Scriptum: Para nós, a política estava errada, pelas seguintes razões: 1) não atacou realmente as verdadeiras fontes de desperdício do Ministério da Saúde; 2) as contas do Ministério não estão controladas, como já referiu o Tribunal de Contas; 3) o SNS deixou de ser tendencialmente gratuito, para ser tendencialmente a pagar.

