Sunday, November 29, 2009

Exercício canino faz bem

The average dog owner gets more exercise walking their pet than someone with a gym membership, a pet health care expert has claimed.

Researchers found animal lovers exercise their pet twice a day for 24 minutes each time – a total of five hours and 38 minutes a week. On top of that, the average dog owner also takes their pet out on three long walks each week adding another two hours and 33 minutes to the total. But in comparison, those without a dog spend an average of just one hour and 20 minutes per week exercising by going to the gym or heading out for a stroll or jog.

And almost half (47 per cent) of non-pet owners admit they do absolutely no exercise whatsoever.

Friday, November 27, 2009

A explosão da diabetes

A diabetes é uma doença difícil. A diabetes implica uma perda de qualidade de vida significativa. A diabetes tem tendência a aumentar, atendendo à má alimentação que as pessoas têm nos dias de hoje.

  • The number of Americans with diabetes may almost double in 25 years, and the annual cost of treating them may triple to $336 billion, according to a study published today in the journal Diabetes Care.
  • Without new programs to assure that people get health care to manage their condition, 44.1 million people in the U.S. will have diabetes by 2034, from 23.7 million today.
  • The number of diabetics on Medicare, the government plan for the elderly, will reach 14.1 million from 6.5 million today.
  • Diabetes drugs were the fourth-best selling medications in 2008, with $27.3 billion in global sales, according to IMS Health.
  • “To do nothing is going to be extremely expensive,” O’Grady said in a Nov. 24 telephone interview. “It’s going to mean millions of Americans continuing to get this disease and a lot of heartache.”.
  • The analysis by O’Grady and his colleagues included the impact of aging and obesity rates as well as the natural progression of the disease over time to come up with estimates on numbers and costs. They found diabetes treatment estimates of $113 billion this year would increase to $336 billion by 2033.

Este estudo é importante. Este estudo deveria ser feito em Portugal.

Apenas e só um aspecto lateral, mas de relevo: Copenhagen-based Novo Nordisk A/S, the world’s biggest maker of insulin, funded the study. The company sold $6.1 billion of insulin products in 2008.

Thursday, November 26, 2009

Os incentivos e os médicos

Os recursos humanos devem ser incentivados. Os recursos humanos devem ser motivados. Mas, os recursos humanos devem ter desempenhos adequados.

Vai-se dizendo por aí, que há poucos médicos em Portugal. Mais, importam-se médicos de Espanha, da Ucrânia, dos PALOP's, e até do Ministério da Saúde de Cuba.

Para nós, esta é mais uma falsidade. Os rácios não mentem. O rácio de número de médicos por 1.000 habitantes em Portugal está acima de vários países da União Europeia. Portanto, estamos perante mais uma falácia do Estado e da élite médica. Porquê? Porque há médicos a mais nos hospitais de Lisboa, Porto e Coimbra, e há médicos a menos em Alpiarça, Penedono ou Alijó! A média não mente. Faltam médicos nuns sítios, porque há médicos a mais nos outros.

Então porque não se incentivam ou motivam a ir para onde são necessários os médicos? Pois, cosmopolitismos!

Vejamos este paliativo da Dra. Ana Jorge: Os médicos que decidam trocar os centros urbanos pelo interior do país vão receber uma bolsa mensal de 750 euros, durante os anos de formação da especialidade que se seguem ao terminar do curso (internato).

Cadê os outros? Os que enchem o Hospital de Santa Maria ou o Hospital Egas Moniz, e que até têm pouco que fazer? Não há incentivos para irem para Ponte de Sôr? Porquê, Dra. Ana Jorge? Não chama a isto, o actual Governo, "mobilidade da função pública"?

Wednesday, November 25, 2009

O maior ataque ao doente da saúde

Isto é o primeiro passo para o ataque à liberdade de escolha do prestador de serviço de saúde: O Governo está a estudar a possibilidade de limitar as despesas de saúde que podem ser deduzidas em sede de IRS pelos contribuintes.

Porque não deixa o Governo, que os cidadãos escolham livremente o serviço de saúde que querem? Os que escolhem uma alternativa privada, pagando até mais dinheiro, libertam até o serviço público. Qual a razão de tentar impedir a escolha de serviço de saúde?

Se o Governo continuar por este caminho, então deveremos exigir o "opting-out", ou seja, aqueles que querem pagar exclusivamente do seu bolso os serviços de saúde, devem deixar de contribuir para o SNS. É uma questão de justiça.

SIDA: a negação da realidade

Primeiro lemos esta notícia: Portugal é apontado no relatório anual das Nações Unidas como o país da Europa Ocidental com a mais alta taxa de novas infecções com o vírus VIH. Que tem esta fonte: A informação do relatório da ONUSida e da Organização Mundial de Saúde (OMS) coloca Portugal no topo dos países com mais infecções na Europa Ocidental em 2008.

Depois, aparece a Coordenação de Portugal: a Coordenação Nacional para a Infecção VIH/sida desmente estes dados.

Pior, a tal Coordenação Nacional para o VIH/Sida mete-se por caminhos enviesados: A coordenação nacional garante que "não há qualquer razão para afirmar que a incidência da infecção está a aumentar em Portugal" e acusa a ONU e a OMS de terem "confundido" notificações com diagnósticos. Segundo a coordenação nacional, o documento em que a ONUSida se baseia apresenta dados sobre as infecções notificadas em 2007, "o que implica a acumulação de infecções diagnosticadas em anos anteriores" e que corresponde a um "esforço" para conhecer os casos diagnosticados anteriormente e que "são tardiamente reportados às autoridades".

Para agravar, chuta-se com a barriga: De acordo com esta tabela, entre 2004 e 2007, o número de novos casos de sida desceu consecutivamente em Portugal, passando de 1764 para 894 em 2007. No entanto, a verdade é que o último relatório do Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge revela um aumento de casos em 2008: os dados do Núcleo de Vigilância Laboratorial de Doenças Infecciosas mostram que foram diagnosticados 1201 novos casos de infecção por VIH, o que corresponde a um aumento de 307 novos casos relativamente a 2007.

Nós sabemos que o poder político e administrativo é hábil na leitura de estatísticas, sobretudo quando sabem que há em Portugal um contraditório muito fraco, por parte dos media, que na maioria dos casos nem sabe do que escreve.

Custa a esta gentinha da Coordenação aceitar que Portugal tem graves problemas com o VIH/Sida, e que nem por isso o problema tem estado a ser resolvido. Custa sempre a aceitar que aquilo que aquilo que se faz, não tem resultados nenhuns que justifiquem os lugares pomposamente ostentados!

Tuesday, November 24, 2009

Simplex nos óbitos

Com o conhecimento da causa de morte de cada pessoa, podemos e devemos investigar mais e melhor, de forma a prevenir as doenças que causam muitas mortes. A relação entre câncro e tabaco, ou a relação entre o consumo de gorduras e os acidentes vasculares, entre outras, só foi possível detectar através de investigação nesta área.

Por cá, vamos tendo conhecimento que o preenchimento dos certificados de óbito é, muitas vezes, pouco profissional. Cai-se muitas vezes na situação de que "morreu por causas cardíacas", sem a necessária explicitação. Pior, em doentes que morrem por causas múltiplas, escolhe-se casualmente uma das doenças.

Naturalmente, que esta falta de profissionalismo causa estragos à sociedade, porque não se chega a ter o necessário conhecimento sobre as causas de morte de uma parte significativa da população.

Agora, vai o Ministério da Saúde iniciar o processo do "Simplex do Óbito", tendo como objectivo reduzir as "imprecisões" no preenchimento na causa dos óbitos: Certificados de óbito electrónicos, que deverão estar em vigor em meados de 2010, permitirão descobrir as causas de morte indeterminadas e mal definidas, superiores a 13 por cento.

Nós temos dúvidas que a plataforma electrónica vá diminuir o mau preenchimento da documentação. O médico que preenche mal o certificado de óbito a caneta e papel, também o fará numa qualquer plataforma electrónica.

Apesar de não pensarmos que o "Simplex do Óbito" vá resolver a irresponsabilidade no preenchimento do certificado, saudamos que o programa simplex tenha chegado aos óbitos!

Estaremos atentos ao tempo que demorará a pôr isto em prática: Para tal, foi criada "uma aplicação informática segura que o médico preencherá e enviará para as bases de dados centrais do Ministério da Saúde (Registo Nacional de Utente e Direcção Geral da Saúde) e do Ministério da Justiça (Instituto dos Registos e Notariado)".

Sunday, November 22, 2009

O gato escondido de José Sócrates

Há muito tempo, nos idos de 1979, quando o SNS foi criado, era gratuito. Depois, nos meados da década de 80, arranjou-se uma frase lapidar: "o SNS é tendencialmente gratuito" (referência ao artº 64º da Constituição da República).

Os políticos portugueses habituaram-se a falar por meias palavras e através de meias-verdades. Ou se quiserem, os políticos vivem dizendo inverdades!

Vejamos a última etapa de um SNS para os que podem, e um SNS para os outros: “Deve haver igualdade e todos devem pagar em função das possibilidades.” Sócrates recusou explicar se vai alterar o financiamento do SNS ou o pagamento das taxas moderadoras.

Que o SNS era insustentável, já nós o sabemos há muito. Mas, a classe política (relembremos que José Sócrates esteve em funções governativas durante mais de 10 anos, nos últimos 15 anos) entretém os portugueses a dizer que não. O SNS está aí para durar, dizem eles, em versão de canto gregoriano.

Não estaremos longe de um SNS pago em função do rendimento de cada um. O problema é que quem paga muito, passa a escolher serviços melhores. E aí, só irá ao SNS aqueles que não têm escolha! Pois.

Friday, November 20, 2009

New cervical cancer screening guidelines

The advice is intended to cut down on unneccesary testing and reduce the risk of harmful invasive procedures to remove non-cancerous lesions that may show up on tests but often disappear if left alone, the group said.

The new recommendations overturn previous guidance, which suggested women should be tested yearly starting within three years of their first sexual intercourse.

In addition to waiting longer for a first test, the group said women over 30 with three consecutive normal test results can wait for three years before their next Pap.