- A IMS explica que “tomou conhecimento da imputação de suspeitas de alegados crimes informáticos que envolveriam dados de farmácias e está totalmente confiante de que, no que toca à IMS Health, não há qualquer fundamento para estas suspeitas”.
- “A IMS Health investiu muito esforço para tentar reconstruir o seu Painel de Farmácias no seguimento do litígio que a opõe à ANF, de forma a ser capaz de prestar informação no mercado como qualquer outro concorrente, e limitou-se a recolher dados transaccionais sobre vendas de farmácias, cuja recolha estava contratualmente legitimada”, refere a empresa.
- “A IMS Health tomou também conhecimento de que esta investigação teve origem numa queixa da ANF, entidade com quem a IMS Health, como é do conhecimento público, tem um litígio pendente há vários anos, com base em diversos fundamentos”.
Sunday, March 18, 2012
Comadres
A operação relax redux:
Friday, March 16, 2012
A saúde dá lucro
Pelo menos é o que parece, a pensar no Grupo Espírito Santo: A ESS obteve um resultado líquido de 5,0 milhões de euros em 2011, face a 1,5 milhões de euros de 2010, perfazendo o segundo ano consecutivo de lucros. Em 2009, a empresa tinha registado um prejuízo de 3,4 milhões de euros.
Não somos contra o lucro. Não somos contra os prejuízos pontuais. Somos contra o charco, a má gestão, a incompetência, os prejuízos crónicos. Goste-se ou não do estilo da Eng. Isabel Vaz, parece estar a dar retorno ao patrão Espírito Santo. É para isso que lhe pagam.
E abalança-se a mais: "Já anunciámos publicamente o interesse em analisar os HPP", disse hoje Isabel Vaz, presidente da Espírito Santo Saúde num encontro com jornalistas, em Lisboa, acrescentando que esta operação seria importante para a "expansão e crescimento" do grupo.
Saúda-se alguém que aposta num país em evidente falência, financeira e de ânimo.
Thursday, March 15, 2012
Medicamentos genéricos
Dizem que o Brasil é um país emergente, pertencendo ao grupo dos países que fazem parte do acrónimo BRIC (Brasil, Rússia, Índia, China). No Brasil é assim: Os medicamentos similares (genéricos de marca) representam 65% da indústria farmacêutica nacional, de acordo com dados do IMS Health. E com a queda da patente de, aproximadamente, mais 12 fármacos de referência em 2012, a tendência é de aquecimento no mercado. O Laboratório Teuto, que é pioneiro na produção de medicamentos genéricos no Brasil e possui um completo portfólio de similares, pretende crescer 30% nas vendas do segmento.
Portugal faz parte da União Europeia, embora esteja integrado no grupo de países do acrónimo PIIGS (Portugal, Irlanda, Itália, Grécia, Espanha). Em Portugal é assim: Os medicamentos genéricos atingiram em 2011, uma quota de mercado de 21,65%, o que representa um crescimento de 14% face a 2010, segundo dados da IMS Health.
Wednesday, March 14, 2012
IMS: grande relax
Afinal, o tráfico é algo global e aparentemente realizado com grande ligeireza: através do sistema informático a IMS Health conseguia ter acesso a informação privilegiada que em circunstâncias legais estaria apenas disponível à ANF. A multinacional tinha assim acesso ao tipo de medicamentos que eram mais vendidos, quem eram os destinatários, os historiais clínicos dos doentes, bem como informação sobre o receituário dos médicos. Estes dados eram por sua vez vendidos a outras empresas além-fronteiras, com o objectivo de controlar a concorrência.
Entidades reguladoras? Ministério Público? Lei? A festa continua em Portugal!
Tuesday, March 13, 2012
IMS: relax?
Tempos turbulentos. Tempos de volatilidade. Por vezes resultam em tempos de vale tudo!
Não percebemos o que quer dizer isto: A Polícia Judiciária (PJ) desmontou uma fraude no sector farmacêutico, como resultado da “Operação Relax”, desencadeada no âmbito de uma investigação de seis meses. Segundo informações da PJ, o caso envolve crimes de “burla informática, sabotagem informática, dano a programas ou outros dados informáticos, acesso ilegítimo, acesso indevido e tratamento transfronteiriço de dados pessoais”.
Sabemos que as farmácias estão mal económica e financeiramente. Mas, estes contornos são surreais: esta rede era encabeçada por uma farmácia bastante famosa em Portugal que, a partir de um software informático, estaria a controlar os movimentos de cerca de 250 outros estabelecimentos farmacêuticos. Ainda segundo a mesma fonte, a recolha destes dados permitia à referida farmácia conseguir ganhar vantagem em concursos públicos.
Depois da falência de Portugal, perpetrada intencionalmente, a que mais teremos que assistir?
Wednesday, March 07, 2012
Autoridade de supervisão?
Anacom. Banco de Portugal. Autoridade da Concorrência. ASAE. Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos. Entidade Reguladora da Saúde. Tantas autoridades. Temos dúvidas sobre o seu valor acrescentado. Custam muito aos contribuintes que pagam impostos, que são uma espécie em vias de extinção. Não esquecer que os desempregados não pagam impostos. Os sem - abrigo não pagam impostos. E tantos outros, não auferem rendimentos em Portugal. Preferem fazê-lo num Off-Shore próximo.
Vejamos mais uma entidade reguladora: O bastonário da Ordem dos Médicos (OM) pediu ao Infarmed - Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, para que “faça uma rigorosa auditoria à legalidade da substituição de medicamentos nas farmácias durante os anos de 2010 e 2011”.
Agora, a regulação e a supervisão é a pedido. Ao que chegámos! Pior, a suposta Autoridade do medicamento é avisada: O bastonário dos médicos questiona Jorge Torgal se é “hábito” do Infarmed pesquisar esta matéria e com que resultados. “Pode a Ordem dos Médicos ter acesso a essas auditorias?”
Agora, a regulação e a supervisão é a pedido. Ao que chegámos! Pior, a suposta Autoridade do medicamento é avisada: O bastonário dos médicos questiona Jorge Torgal se é “hábito” do Infarmed pesquisar esta matéria e com que resultados. “Pode a Ordem dos Médicos ter acesso a essas auditorias?”
A situação a que Portugal chegou não é dramática. É risível. Pode vir a transformar-se num drama. Mas, antes é mais tragicomédia!
Wednesday, February 29, 2012
Metal scare over hip replacement joints
Nearly 50,000 people with all-metal hip replacements are to be called in for annual blood checks because of fears that metal particles shearing off the joint could cause them harm. The Medicines and Healthcare Regulatory Authority (MHRA) issued new guidance hours before the British Medical Journal (BMJ) was due to publish an investigation into the implants, linked to a Newsnight programme in the evening. The BMJ and Newsnight allege that hundreds of thousands of people around the world have been exposed to dangerously high levels of toxic metals in their bodies as a result of the introduction of metal-on-metal implants. One type, the DePuy ASR, was banned by the MHRA after it became clear that it caused problems and needed replacing much sooner than others. But critics argue that the regulators have been slow to act against other metal-on-metal implants which shed metal particles into surrounding tissue. There have been a small number of cases where, it is claimed, toxic chromium and cobalt ions have leaked into the lymph nodes, liver and kidneys before leaving the body as urine.
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