Tuesday, August 21, 2007
Medicina: a nova Era Ibérica
Obesidade: a doenças dos países desenvolvidos
Porquê que não se investe, a sério, em políticas de prevenção da obesidade? Porque não se aposta, logo desde a escola pública, numa oferta alimentar mais saudável, alternativa às tradicionais "bombas calóricas", que estão à venda nas cantinas? Serão os interesses empresariais mais importantes? Porquê que se investe tanto contra o tabaco, e não se investe um pouco mais contra a má qualidade da alimentação?
Ás vezes, os exemplos vêm de cima:
Monday, August 20, 2007
Avião: emergência médica
Sunday, August 19, 2007
Tuberculose em Portugal, no Século XXI
- Com uma taxa de 260 casos por cem mil, o HSJ ressente-se do facto de estar inserido no distrito português com mais casos de tuberculose no país, 45,4 por cem mil habitantes, contra 29,4 para todo o país.
- Ora, se o distrito do Porto tinha uma incidência de 45,4 no ano passado, os funcionários hospitalares deveriam revelar uma taxa de 68. Mas atingiram os 260 por cem mil.
- A tuberculose entre profissionais de saúde apresenta uma taxa de 11 por cem mil na Escócia, 45 em Portugal e 400 em Hong Kong. O que coloca o HSJ perto dos níveis asiáticos, sobretudo se atentarmos nos números de 2005, ano em que ocorreu um surto no serviço de otorrinolaringologia a taxa de incidência chegou aos 420 casos por cem mil!
- Em 4172 pessoas rastreadas (num universo de 5100 funcionários cuja rotação dificulta a avaliação a 100%), 1694 revelaram prova positiva de tuberculina. Ou seja, em algum momento da vida, 40% dos profissionais do HSJ contactaram com o bacilo, fosse por infecção assintomática, fosse por já ter tido tuberculose activa, fosse por ter recebido a vacina do BCG recentemente (que faz com que fiquem traços do bacilo no organismo durante cinco a dez anos).
A situação é muito grave, mas para um Alto Funcionário da Direcção Geral de Saúde, parece que a situação é comezinha: O número não é visto por Torres da Costa (Coordenador do Programa Nacional de Luta Contra a Tuberculose) como assustador desses, apenas 12 apresentam risco significativo de ter tuberculose activa, por terem sido infectados há menos de dois anos.
Coitados dos portugueses, que caiem nas mãos de Altos Funcionários, como este.
Friday, August 17, 2007
Direcção Geral de Saúde?
Thursday, August 16, 2007
Helicóptero: urgência médica
Wednesday, August 15, 2007
A gestão central de recursos humanos
- O processo de avaliação da mobilidade especial a levar a cabo pelos estabelecimentos deverá obedecer a critérios objectivos, de racionalização de meios e recursos humanos.
- Os hospitais levarão em linha de conta o seu perfil assistencial, sem prejuízo de em geral, se deverem considerar quanto à mobilidade especial, entre outros aspectos, os seguintes:
- abordagem relativa a todas as carreiras;
- um rácio máximo de 25% de pessoal de suporte – pessoal inserido nos grupos administrativo, operário e auxiliar – em relação ao total de efectivos;
- a título exemplificativo, as leis orgânicas recentemente publicadas relativamente ao sector da saúde consideraram uma redução de 25% do pessoal dirigente. Também neste âmbito se deve levar em conta a redução do pessoal dirigente.
Curioso o seguinte, em toda a "circular informativa", não há uma única referência a pessoal Médico, de Enfermagem ou Técnico de Saúde. Porque será? Será que para o Ministério da Saúde, há pessoas e pessoas?
Tuesday, August 14, 2007
A oncologia e as crianças
- O IPO do Porto está a desenvolver um projecto para investigar as mazelas cognitivas nas crianças que sobrevivem ao cancro. Segundo a instituição, dois terços dos sobreviventes oncológicos infantis manifestam, pelo menos, um efeito neuropsicológico nefasto.
É que sobreviver a um cancro é algo de extradordinário, mas muitas mazelas e sequelas, ficam para o resto da vida, e no caso das crianças, ainda em fase de crescimento, a recuperação da parte psíquica é ainda mais importante do que nos adultos.
Vejamos, mais detalhes deste caso:
- Entre as possíveis complicações a longo prazo estão: limitações no crescimento e desenvolvimento da criança, disfunções neurocognitivas, problemas cardiopulmonares e gastrointestinais e ainda sequelas músculo-esqueléticas.
- Adoíndo Pimentel, Director do Serviço de Psico-Oncologia do IPO-Porto salienta “que o número de crianças sobreviventes de cancro é cada vez mais elevado. No entanto, é inegável que os tratamentos, quando actuam sobre o Sistema Nervoso Central, têm consequências neurocognitivas e psicológicas deveras negativas para as crianças".
E ainda este lado, mais cruel:
- Os cancros infantis mais frequentes: As leucemias e os tumores cerebrais são as formas mais representativas de cancro na infância e o tratamento deste tipo de cancro pode ter um impacto intelectual e neuropsicológico negativo de largo espectro, contribuindo para os défices cognitivos na memória visual, na atenção/concentração e na capacidade de reconhecimento.
Mas, a humanidade vai-nos trazendo diáriamente coisas boas, mesmo na adversidade.
Monday, August 13, 2007
Decreto - Lei 276-A/2007, outra vez
- Ministro de Estado e das Finanças.
- Ministro da Saúde.
- Administração Central do Sistema de Saúde, I.P. (Instituto Público).
- Administração Regional de Saúde.
- Hospitais EPE (Entidade Pública e Empresarial).
De facto, ficamos siderados com a imensa teia de poder! E parece que todos têm poder!
O Ministério da Saúde tem cerca de 200.000 funcionários (do "quadro" e "a contrato"), o que não é nada transcendental. Existem empresas no mundo, com quadros de pessoal, de mais de 1.000.000 de pessoas.
Aliás, a SONAE ou o MillenniumBCP, têm cerca de 20.000 funcionários, e se complicassem tanto a sua orgânica interna, bem poderiam fechar as portas, pois os seus clientes, não poderiam esperar por tanta indecisão, e por tanto "chefe".
Aliás, o que perpassa no Ministério da Saúde é que "há muito Chefe e pouco Indio", e assim não há forma de funcionar! Por muito que nos façam crer que afinal as coisas estão sempre a melhorar.
Saturday, August 11, 2007
O (não) exemplo da saúde nos EUA
- A baby born in the United States in 2004 will live an average of 77.9 years. That life expectancy ranks 42nd.
- Andorra, a tiny country in the Pyrenees mountains between France and Spain, had the longest life expectancy, at 83.5 years, according to the Census Bureau. It was followed by Japan, Macau, San Marino and Singapore.
- The shortest life expectancies were clustered in Sub-Saharan Africa, a region that has been hit hard by an epidemic of HIV and AIDS, as well as famine and civil strife. Swaziland has the shortest, at 34.1 years, followed by Zambia, Angola, Liberia and Zimbabwe.
Apesar de tudo, o facto da Suazilândia ter uma esperança média de vida de 34 anos, deixa-nos muito tristes.
Mas, vejamos a causa de tão fraco resultado dos EUA, quanto à sua esperança média de vida:
- Adults in the United States have one of the highest obesity rates in the world. Nearly a third of U.S. adults 20 years and older are obese, while about two-thirds are overweight.
- "The U.S. has the resources that allow people to get fat and lazy," said Paul Terry, an assistant professor of epidemiology at Emory University in Atlanta.
- Racial disparities. Black Americans have an average life expectancy of 73.3 years, five years shorter than white Americans.
Outro resultado dramático, para quem gasta tanto dinheiro em saúde:
- Forty countries, including Cuba, Taiwan and most of Europe had lower infant mortality rates than the U.S. in 2004. The U.S. rate was 6.8 deaths for every 1,000 live births. It was 13.7 for Black Americans, the same as Saudi Arabia.
Diz o Prof. Murray, da University of Washington: "The starting point is the recognition that the U.S. does not have the best health care system. There are still an awful lot of people who think it does."
Friday, August 10, 2007
Incúria, erro ou negligência médica?
Na mesma notícia, refere-se ainda: O caso remonta há quatro anos, quando uma criança nasceu com lesões irreversíveis, o que levou os progenitores a apresentarem várias queixas, tendo umas delas dado origem ao processo disciplinar que resultou num processo à clínica, Olímpia Trigo do Campo.
Não conhecemos o caso, não conhecemos a médica, não conhecemos a criança, apesar de já a termos visto na televisão. Só por termos visto na televisão a criança, sentimos alguma revolta.
Não somos juízes, médicos ou sequer responsáveis públicos. Somos alguém que tem antes de mais, apenas e só, como intenção a protecção dos direitos dos cidadãos, perante os prestadores de serviço.
Nessa qualidade, que ninguém nos incumbiu, gostamos que os cidadãos sejam mais respeitados, num sector, em que há por hábito, tratar os doentes, como "pacientes". Termo, para nós, aviltante e, mesmo, revoltante. Porque será que um doente é "paciente", e um utilizador de um banco ou de um supermercado, também não é "paciente"?
Todos temos direito a errar. Todos, mesmo os médicos, os enfermeiros, os políticos, os gestores, os polícias, ou, entre outros, os juízes. Mas, temos que ter uma avaliação muito rigorosa, sobre o que distingue o "erro", da incúria ou da negligência. É que ignorar um cliente num supermercado, resultará, certamente, na troca de fornecedor de supermercado. Ignorar um doente, ou esquecer-se dele, pode ter consequências muito graves. Talvez seja esta uma das razões, porque não é fácil trabalhar no sector da saúde. Mas, também talvez seja esta uma das razões, porque as pessoas que trabalham na saúde, tem um estatuto social mais elevado e, normalmente, rendimentos também mais elevados.
Mas, só está a trabalhar no sector da saúde, quem quer. Quem achar que trabalhar no sector da saúde envolve riscos elevados, só tem que mudar de profissão.
Registamos, finalmente, duas outras notícias, a propósito ainda deste caso, que nos deixam incomodados:
Coitadas das pessoas, que terão que estar a ser atendidas por tal pessoa, apesar do que aqui se afirma: a conclusão do relatório final da inspecção em que é considerada «uma médica de valor excepcional, com conhecimentos técnicos e qualidade humanas fora do vulgar».
Thursday, August 09, 2007
Decreto - Lei 276 A - 2007: legislar sem sentido
- O presidente da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares considera que se vive, actualmente, uma situação de impasse na gestão de pessoal nas unidades de saúde. Isto porque, apesar da promessa de uma nova lei, existem profissionais «em postos de trabalho de absoluta carência» de que a hospitais não podem prescindir, garante Manuel Delgado.
Nota: só não percebemos, porquê que o Decreto - Lei 276 A / 2007, só agora é polémico. Será que ninguém pensou no dito Decreto - Lei, antes da sua entrada em vigor?
Ministério da Saúde dispensa 180 médicos e 3 mil enfermeiros
- Fonte oficial do Ministério da Saúde sublinhou, ao DE, que o pessoal contratado a termo “serve para cumprir necessidades excepcionais dos serviços e agora vão acabar, porque o Governo pretende reduzir a precariedade” no sector.
- O ministro da Saúde, Correia de Campos, garantiu ontem, em Viana do Castelo, que nenhum profissional do Serviço Nacional de Saúde “terá o seu contrato cancelado” devido às alterações.“O que alterámos foi o sistema de contratos renováveis de três em três meses, substituindo-os por um com renovações semestrais durante dois anos, ao mesmo tempo que fazemos o levantamento da malha necessária em cada unidade de saúde”, afirmou.
- Os novos contratos só poderão ser celebrados “após a fixação de quotas para contratação de pessoal”, sendo da competência das administrações regionais a sua distribuição pelos diversos serviços e estabelecimentos de saúde, lê-se no ofício.
- Até lá, para não haver rupturas, ou seja, para evitar que todos os actuais contratos cessem, a Administração Central dos Centros de Saúde emitiu uma circular onde refere que, até final de Agosto, os contratos de três meses podem ser renovados mais uma vez, caso tenham sido já autorizados pelo serviço.
A propósito, não nos recordamos do autor de palavras semelhantes a esta frase: "tudo muda, para tudo ficar na mesma".
Pelo menos é o que nos parece, depois de ler toda a notícia referida. Pois, o Decreto-Lei 276A/2007, torna a contratação mais restritiva e com quotas, mas depois o Ministério e o Ministro da Saúde vêm falar de que afinal não é bem assim.
Ou então, o Ministro percebeu que afinal o SNS tem uma forte dependência dos "contratados a termo", e decidiu alterar aquilo que tinha decidido. Aliás, não é a primeira vez que Correia de Campos "ziguezagueia"!
Wednesday, August 08, 2007
Centros de saúde à moda antiga!
- A actual unidade de saúde local está situada em instalações provisórias arrendadas há mais de 30 anos, representando uma despesa mensal de 2500 euros para o Ministério da Saúde.
- O espaço daquela unidade de saúde é repartido entre o antigo hospital da Santa Casa da Misericórdia local, onde funciona o serviço de atendimento complementar, e dois andares de um prédio de habitação, cujo único acesso é por escada.
- "Se for uma pessoa que se desloque de cadeira de rodas vai ao serviço de atendimento complementar em vez de ir às consultas", disse à Lusa Joaquim Rosa Lopes, director da unidade, sublinhando que "20 por cento da população [do concelho] é idosa".
Tudo isto, porque:
- A construção do novo centro de saúde de Sobral de Monte Agraço, que deveria terminar em Dezembro, ainda nem sequer começou, levando já um atraso de um ano e meio.
O que andam a fazer as pessoas da Unidade de Missão dos Cuidados Primários? Ou não são eles os reponsáveis, pelos Centros de Saúde? Se calhar, o Responsável é ninguém!
Tuesday, August 07, 2007
Sealy season
- Segundo a FNAM, a nova lei “está a provocar situações delicadas em várias unidades por via da completa inoperância da administração central e das administrações regionais de Saúde”.
- Alerta do Sindicato dos Enfermeiros, que acusa esta lei de mandar para a rua milhares de enfermeiros.
- A consequência mais previsível é, diz a FNAM, “a ruptura de funcionamento de serviços, a começar pela USF”.
Diz o Ministério da Saúde:
- O Ministério da Saúde contesta as acusações dos sindicatos dos enfermeiros e médicos, alegando que assinaram o acordo com a tutela. Alega ainda que a nova lei abrange apenas “os profissionais em situação excepcional e não do quadro. Os novos contratos têm a duração de um ano e nesse período as unidades vão saber de quantos profissionais precisam. Ficam apenas os que são necessários”.
Monday, August 06, 2007
Sunday, August 05, 2007
Reflexões privadas da saúde
- Neste momento, temos (o Grupo Mello) projectos em Portugal e Espanha e assumimo-nos como um grupo ibérico.
- O objectivo é oferecer uma medicina de proximidade às pessoas, evitar que tenham de percorrer grandes distâncias para aceder a cuidados de saúde. Não gosto – nem me parece que seja a realidade – da dicotomia público/privado. Não nos desenvolvemos à custa do sector público.
- Para nós não se trata de uma segunda rede ou de fazer acordos com o Estado. Contribuímos de forma significativa para a melhoria da qualidade de vida dos portugueses. Tratamos, em internamento, mais de 50 mil doentes, mais de dois mil doentes oncológicos, mais de sete mil crianças por ano. Garantimos mais de 600 mil consultas nas nossas unidades, 350 mil urgências. E isto existe porque as pessoas escolhem as nossas unidades, confiam no tratamento que prestamos.
- Com excepção do hospital Amadora-Sintra, com que temos um contrato de gestão, somos um grupo puramente privado. Não dependemos do SNS.
- Foi a experiência de gestão do Amadora-Sintra que levou os sucessivos governos, liderados pelo PSD e pelo PS, a apostar neste modelo de parcerias público-privadas. Ficou provado que é possível gerir, de forma mais eficiente, os recursos, com os incentivos correctos que os modelos de parceria permitem criar.
- Tenho pena que os processos tenham sido tão lentos – é fruto da sua complexidade. Mas nós temos uma estratégia e não estamos condicionados pelas parcerias público-privadas. Somos um parceiro para o reforço do investimento privado em Portugal. Apesar do fraco crescimento económico do país, vamos investir mais de 200 milhões de euros nos próximos três anos. Temos uma agenda....
- E hoje os procedimentos são bem mais simples, as decisões é que ainda são muito lentas. Até hoje, não há uma única iniciativa concretizada. Aí os sinais não são muito claros para o mercado. Não é por acaso que, apesar de estarmos no quarto ou quinto concurso e apesar de serem concursos significativos, não existe um único ‘player’ estrangeiro. Provavelmente por também considerarem que as regras são pouco claras; e enquanto for assim, não há investidor estrangeiro que aposte no sector.
Este último parágrafo da entrevista do Dr. Salvador de Mello diz tudo sobre a falta de atractividade do mercado português para os investidores estrangeiros. Na saúde é assim, nos outros sectores é igual! Ou o poder político percebe que tem que mudar a Administração Pública, ou a qualidade de vida dos portugueses continuará a definhar lenta, mas compassadamente!
Friday, August 03, 2007
A contenção tem limites
Thursday, August 02, 2007
Reclamações na saúde
- A Inspecção-Geral da Saúde contabilizou uma média de 101 queixas por dia em 2006, num total de 37.043 reclamações.
- o número de queixas em 2006 representa um aumento de 7.621 reclamações (25%) em relação a 2005.
- O Hospital com maior taxa de queixas em todo o continente (em que a taxa é igual ao número de queixas a dividir pelo total de atendimentos) é o de Santa Maria, em Lisboa.
- Na contabilidade por assuntos, a maior fatia das reclamações (30,6%) respeita à categoria de «sem referência ou outros», surgindo depois a «acessibilidade» que recolheu 26,9% das queixas e a «comunicação» com 23,4 por cento. A «assistência médica» recolheu 12,7% das insatisfações.
Num outro sítio, vemos isto:
- Em 2006, a IGS registou um total de 37.043 reclamações, das quais resultaram 120 processos para tratamento mais aprofundado.
- Sobre as penas aplicadas a profissionais, os médicos foram os mais sancionados, correspondendo a 54 por cento, seguindo-se os auxiliares (24 por cento). Os enfermeiros representaram seis por cento dos castigados e os administrativos 14 por cento, não havendo qualquer registo de penas aplicadas a dirigentes.
Comentários nossos:
- Saudamos que os doentes sejam mais exigentes, pois os profissionais de saúde, apesar de serem muito importantes, também têm que responder perante quem lhes paga (os contribuintes e/ ou os segurados).
- Achamos um rácio muito baixo, existir apenas o aprofundamento de 120 processos, em mais de 37.000 reclamações.
- Finalmente, achamos lapidar, o facto de nem um único Dirigente ser objecto de uma sanção, em mais de 37.000 reclamações. Dirigentes exemplares, temos nós!!!





