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Friday, November 23, 2012

A queda da procura das urgências hospitalares

Durante muitos anos, era comum ouvir-se muitos técnicos de saúde referirem que os doentes se deslocavam a uma urgência hospitalar pelas mais variadas razões. Desde acidentes graves, até a uma simples constipação, tudo eram motivos de deslocação a uma urgência hospitalar.

As pessoas não tinham suficiente informação para utilizarem outros recursos do sistema de saúde, como os Centros de Saúde, ou simplemente, não confiavam nestes mesmos recursos. E assim, por qualquer razão, as pessoas deslocavam-se logo à urgência hospitalar, mesmo que acabassem por lá vir a estar por cerca de 10 ou 12 horas.

O preço baixo do atendimento numa urgência hospitalar, também ajudava ao frenesim. Agora, parece que vai começar a haver desafogo na frente hospitalarNos primeiros sete meses do ano, os hospitais deram resposta a 3,4 milhões de episódios de urgência, o que corresponde a menos 1800 casos diários, uma evolução que se considera estar “em linha com o esperado, registando-se uma desejável moderação do acesso face a igual período de 2011”.

Mais, parece que na realidade, são as situações menos urgentes ou menos graves, que estão a diminuir nas urgências hospitalares: “A redução é significativa nos verdes e nos azuis".

Ás vezes o pagamento de uma pequena verba (face ao custo significativo de uma urgência hospitalar) pode ser um elemnto formativo e de pressão, junto de uma população mal informada ou mal formada.

Tuesday, April 01, 2008

Hospital de Vila Franca de Xira

Uma eficiente gestão de recursos humanos é vital, para que se mantenham organizações eficazes e que propicie simultaneamente satisfação aos clientes. Já aqui falámos dos controlos biométricos no SNS, que tentam controlar de forma eficaz as presenças das pessoas nos Serviços. Só que, nem sempre se obtem maior produtividade "só por se estar presente nos Serviços".

Vejamos duas situações que se verificaram no Hospital Reynaldo dos Santos (Vila Franca de Xira):

Será que o pessoal do Hospital Reynaldo dos Santos está a reagir negativamente ao "controlo biométrico"?

Sunday, December 23, 2007

Quem mente, não tem direito a prenda de Natal

Diz um Edil que: presidente da autarquia de Anadia, acusa o ministro da Saúde, Correia de Campos, de «se ter portado mal» neste processo, por ter dito que «ia tratar o concelho diferente porque era um caso diferente». «Nunca me disse que encerrava as urgências», garantiu, acrescentando que se sente «enganado».

Será verdade, Senhor Professor?

Olhe que quem mente, não tem direito a prenda de Natal!

Tuesday, November 13, 2007

Nem uma urgência fechou


Perante tal facto, que o Ministério da Saúde não desmentiu, ficam aqui as nossas perguntas:
  1. Não fechou nenhuma das "urgências" que se previam que fechasse, porque o Ministro concedeu que errou?
  2. O Ministro Correia de Campos, que é habitualmente o mais impopular dos Ministros, terá visto aqui uma forma de subir nas sondagens?
  3. Será que o Ministro Correia de Campos tem medo dos poderes autárquicos (ou caciqueiros, como alguns lhe chamam)?
  4. O Engenheiro Sócrates avista as eleições, e prefere não perder mais votos?

Seja qual for a resposta, estas ou outras, fica mal a qualquer poder, afirmar uma coisa e não a fazer! A não ser que admita que errou! Ainda não ouvimos nada.

Thursday, August 16, 2007

Helicóptero: urgência médica


Foto: aqui.

Não sabemos se alguma vez andaremos de helicoptero, por razão de alguma urgência médica. Mas, ficamos a saber, que a tecnologia médica que existe dentro dos helicópteros, já é bastante significativa.

Friday, March 09, 2007

Never ending story

Urgências, ainda e outra vez:

A Federação Nacional dos Médicos (FNAM) considerou hoje que o processo de requalificação das urgências, desencadeado pelo Ministério da Saúde, devia ter incluído "uma ampla acção de contactos prévios" com os serviços e as estruturas profissionais do sector.

Sublinhando que uma reestruturação do género "não pode estar dependente de calendários políticos ministeriais que determinem prazos curtos incompatíveis com a profunda reflexão e adequada fundamentação"

Esta estrutura representativa dos médicos avisa ainda que "a urgência não pode ser desintegrada do funcionamento global de uma unidade hospitalar, nem os doentes podem estar sujeitos a sucessivas viagens de ambulância por extensas áreas geográficas".

Quando é que haverá bom senso? Perguntamos nós.

Já percebemos que a acessibilidade é o primeiro critério. E já agora, outra questão: e a qualidade das urgências? Os edifícios, os equipamentos, os Técnicos, etc.

Monday, February 26, 2007

Retalhos na vida de um Ministro

Um: O presidente da câmara do Fundão chegou a acordo com o Governo para a manutenção das urgências hospitalares na cidade, cujo encerramento foi previsto num estudo encomendado pela tutela.

Dois: "Nenhum ministro tem uma varinha mágica para ali colocar um anestesista com a juventude e o glamour do Dr. Kildare".

Três: O ministro da Saúde realizou hoje uma visita de charme ao Hospital do Montijo, anunciada com apenas uma hora de antecedência, um dia depois de ter assinado um protocolo que evitou o encerramento das urgências da unidade e num local onde tem havido constantes protestos.