A single dose of the drug Ketamine acts like "magic" lifting people out of depression in hours and lasting more than a week, scientists claim. The drug has traditionally been used as an anaesthetic for animals and, in some cases, humans – but has also established itself as a nightclub favourite in recent years, where it is nicknamed Special K. But studies have found it can treat depression within hours, even when years of alternative treatments have failed. And the effects of just one dose can last up to 10 days. Most antidepressant drugs currently available on prescription need several months or even years to take effect and must be taken everyday. However, scientists discovered that rats given ketamine stopped displaying symptoms of depressive behaviour within hours of their first fix. The drug was even shown to restore brain-connections damaged by stress. A similar study conducted at the Connecticut Mental Health Centre also found 70 per cent of depressed patients who failed to respond to years of treatment on traditional antidepressants improved within hours of receiving a dose of ketamine.Friday, August 20, 2010
Ketamine is 'magic drug' for depression
A single dose of the drug Ketamine acts like "magic" lifting people out of depression in hours and lasting more than a week, scientists claim. The drug has traditionally been used as an anaesthetic for animals and, in some cases, humans – but has also established itself as a nightclub favourite in recent years, where it is nicknamed Special K. But studies have found it can treat depression within hours, even when years of alternative treatments have failed. And the effects of just one dose can last up to 10 days. Most antidepressant drugs currently available on prescription need several months or even years to take effect and must be taken everyday. However, scientists discovered that rats given ketamine stopped displaying symptoms of depressive behaviour within hours of their first fix. The drug was even shown to restore brain-connections damaged by stress. A similar study conducted at the Connecticut Mental Health Centre also found 70 per cent of depressed patients who failed to respond to years of treatment on traditional antidepressants improved within hours of receiving a dose of ketamine.Friday, October 16, 2009
A cotação elevada da depressão
Wednesday, July 15, 2009
Será Portugal, um país de doidos?
- Os números já eram maus, mas em 2008 o consumo de calmantes e antidepressivos voltou a subir, afastando-se mais da meta definida no Plano Nacional de Saúde. Em vez das 92 doses diárias por mil habitantes, Portugal já regista 151, quatro vezes mais que a média na Europa.
- "Estamos a falar de medicamentos vendidos nas farmácias. Ou os farmacêuticos os dispensam ou os médicos os receitam. O facto é que estão a subir. E é preciso saber porquê. Acho que esta questão merecia um estudo", refere, acrescentando também "que as pessoas pressionam cada vez mais" os profissionais de saúde para os obter.
- Os números de 2008, a que o i teve acesso, mostram que nos últimos seis anos o recurso a ansiolíticos, hipnóticos, sedativos e antidepressivos aumentou 32%. Quando o Plano Nacional de Saúde foi criado, em 2004, o objectivo era reduzir 20% até 2010. Muito longe dos números actuais. A crise económica e o desemprego não ajudam.
- O problema é admitido pelos médicos. "O abuso está generalizado: das pessoas que pressionam os médicos e os farmacêuticos para obter estes medicamentos, aos médicos que também têm uma cultura de prescrição excessiva", admite o psiquiatra Pedro Varandas. Ao contrário do resto da Europa, onde "há regras apertadas e um culto anticalmantes", Portugal "exagera".
Pois é, Senhora Alta-Comissária da Saúde, aqui nos deixa um grande desafio para si! Não é só os custos relacionados com os fármacos que nos preocupam, são também os efeitos de habituação que aqueles medicamentos criam, e sobretudo as eventuais ligações perigosas entre Laboratórios farmaceuticos e prescritores.
Thursday, February 12, 2009
Portugal Prozac
- Nos últimos cinco anos, houve progressos na prestação de cuidados médicos a crianças e jovens, mas o indicador de saúde mental registou um agravamento.
- «O consumo de ansiolíticos e antidepressivos ou as taxas de suicidio está a agravar-se e temos um consumo exagerado».
Será que são mais preocupantes as razões que conduzem a um suicídio, ou as razões que podem levar um doente terminal a pedir a eutanásia?
Nós temos uma opinião e uma prioridade muito clara.
Tuesday, September 23, 2008
Sociedade Prozac 2
- O consumo de antidepressivos em Portugal é três vezes superior ao dos outros países da União Europeia (UE).
- O consumo de medicamentos ansiolíticos, hipnóticos, sedativos e antidepressivos não pára de aumentar.
- Por regiões, é no Alentejo e no centro do País que os ansiolíticos e os antidepressivos são mais consumidos. Tanto no Norte como em Lisboa e Vale do Tejo registaram-se aumentos significativos entre 2002 e 2007.
Esta situação vai mudar em breve? Temos dúvidas. As famílias vão continuar a ter poucos filhos, porque têm medo do seu futuro. As pessoas vão continuar a não abdicar das aparências de vida, nem que para isso necessitem de ser "medicamento-dependentes".
É a vidinha, como dizia Alexandre O'Neill.
