You are awake, aware and probably unable to move or talk, but you are not necessarily unhappy, says the largest study of locked-in syndrome. A surprising number of patients with the condition say they are happy, despite being paralyzed and having to communicate mainly by moving their eyes. Most cases are caused by major brain damage, often sustained in traumatic accidents. As part of the study published in this week's online journal BMJ Open, Dr. Steven Laureys of the Coma Science Group at the University Hospital of Liege in Belgium and colleagues sent questionnaires to 168 members of the French Association for Locked-in Syndrome, asking them about their medical history, their emotional state and views on euthanasia.
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Sunday, February 27, 2011
Locked-in Syndrome
You are awake, aware and probably unable to move or talk, but you are not necessarily unhappy, says the largest study of locked-in syndrome. A surprising number of patients with the condition say they are happy, despite being paralyzed and having to communicate mainly by moving their eyes. Most cases are caused by major brain damage, often sustained in traumatic accidents. As part of the study published in this week's online journal BMJ Open, Dr. Steven Laureys of the Coma Science Group at the University Hospital of Liege in Belgium and colleagues sent questionnaires to 168 members of the French Association for Locked-in Syndrome, asking them about their medical history, their emotional state and views on euthanasia.Monday, October 12, 2009
O caminho para a eutanásia?
As causas fracturantes são mais mediatizáveis pela via negativa: 1) o aborto ilimitado, numa sociedade com baixa taxa de natalidade e com múltiplos instrumentos existentes que possibilitam a contracepção; 2) o testamento vital ou a eutanásia, numa sociedade que tem horror aos velhos, arrumados em lares ou em hospitais.
Há, no entanto, sempre alguém que não tem medo de mexer nas "vacas sagradas": A presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP), Isabel Galriça Neto, lamentou hoje que o governo ainda não tenha apresentado um plano nacional de cuidados paliativos que estava previsto desde finais de 2008.
E que atinja de modo cirúrgico as inverdades oficiais: é mais importante haver maior qualidade nos serviços prestados, através de recursos humanos devidamente preparados, do que anunciar mais camas.
Thursday, February 12, 2009
Portugal Prozac
Num país em que o partido que ocupa a função governamental, se ocupa da questão candente da eutanásia, lê-se isto:
- Nos últimos cinco anos, houve progressos na prestação de cuidados médicos a crianças e jovens, mas o indicador de saúde mental registou um agravamento.
- «O consumo de ansiolíticos e antidepressivos ou as taxas de suicidio está a agravar-se e temos um consumo exagerado».
Será que são mais preocupantes as razões que conduzem a um suicídio, ou as razões que podem levar um doente terminal a pedir a eutanásia?
Nós temos uma opinião e uma prioridade muito clara.
Wednesday, February 11, 2009
Eutanásia: a última prioridade
Faltam médicos. Existem dezenas ou centenas de Centros de Saúde em estado de degradação. Há partes significativas de hospitais em decadência. Há listas de espera de vários tipos de cirurgias. Há listas de espera de tratamentos oncológicos. O Serviço Nacional de Saúde não tem serviço de estomatologia para a generalidade da população. Contudo, a prioridade do poder político é esta: Um grupo de militantes socialistas anunciou que quer levar ao XVI Congresso do partido o tema da eutanásia. Para tal, o deputado Marcos Sá entregou uma moção sectorial nos serviços do partido a propor a abertura do debate sobre a eutanásia, uma prática proibida por lei em Portugal.
Ou seja, estamos num mundo com os pés ao contrário! Portugal está dirigido por um bando de gente louca. A insanidade passou para o controlo da nação. Pior, um dos defensores daquela proposta é Secretário de Estado da Saúde: O documento é igualmente subscrito por Manuel Pizarro, secretário de Estado da Saúde.
Ainda vai demorar mais algum tempo, para Portugal bater mesmo no fundo.
Tuesday, June 19, 2007
Eutanásia e as prioridades na saúde
Gostamos, sinceramente, de reflectir sobre a saúde, na perspectiva do doente, que poderemos ser todos nós, em qualquer momento. A vida não pode ser só brilho, mas a vida também não pode ser só sacrifício ou dôr.
Tudo isto, vem a propósito desta notícia: O primeiro grande estudo feito em Portugal sobre a eutanásia e o suicídio assistido mostra que 40 por cento dos médicos oncológicos que assistem doentes terminais é favorável à legalização desta forma antecipada de morte em doentes incuráveis.
Julgamos que a dôr permanente é insuportável. Julgamos que a dôr elevadíssima e permanente, é ainda mais insuportável. Mas, será que é prioritário discutir a eutanásia ou o suícidio assistido (não sabemos a diferença, entre um conceito e o outro), nesta fase do Sistema de Saúde português? Julgamos que não.
Não queremos traçar paralelos entre a "pena de morte" e a eutanásia. Fazemo-lo apenas num sentido, ambas levam à morte definitiva. E se a "pena de morte" não é aceitável, porque não é corrigível (se por acaso, houve um lapso na decisão que conduziu ao acto), porque será a eutanásia, que também não é corrigível (e a doença ou a causa da doença pode ser alterada, em função por exemplo, de novas tecnologias)?
Finalmente, e ainda referente a esta notícia, achamos que isto sim, é matéria prioritária: em Portugal existem apenas cinco ou seis unidades de cuidados paliativos", o que é manifestamente pouco. "Estas cinco ou seis unidades não podem ser consideradas uma rede e uma das coisas que o estudo prova é exactamente a inexistência de uma rede de cuidados paliativos para os doentes terminais".
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