Showing posts with label Aborto. Show all posts
Showing posts with label Aborto. Show all posts

Wednesday, May 23, 2012

SNS gratuito para estrangeiros

Sabemos há muito que o descontrolo no Estado é quase generalizado. Com excepção da recolha de impostos, quase tudo no Estado, não tem função de controlo. Isto acontece apenas pelo facto do contribuinte ainda aguentar uma das maiores cargas fiscais do mundo. Em Portugal, claro.

Contudo, nos "dias de Saigão", que Portugal vive, muita coisa se vai sabendo, que há poucos meses seria impensávelUma dessas entidades foi a Direcção Geral da Saúde (DGS), organismo que contabilizou 18,3 por cento de mulheres de nacionalidade estrangeira que, em 2011, realizaram uma Interrupção de Gravidez (IG).

Vivemos o dealbar do fim de Portugal, ou da República. Até quando teremos que ver esta realidade agonizante?

Saturday, April 21, 2012

Aborto recorrente: uma prática irracional

Independentemente de se concordar ou discordar do aborto, há situações que caiem no âmbito da chamada IVG (interrupção voluntária da gravidez), que não cabem na cabeça de um tinhoso!

Repare-se nistoO último estudo feito sobre o número de abortos em Portugal foi realizado pela Federação Portuguesa pela Vida (FPV) e teve por base os dados oficiais disponíveis: da Direcção-geral da Saúde e do Instituto Nacional de Estatística, até 2010. De acordo com esses números, desde 2007 realizaram-se em Portugal mais de 80 mil interrupções, das quais perto de 13.500 foram repetições

Não vamos discutir se é preferível que os pais optem pelo aborto, em vez de um previsível futuro atroz. Não vamos discutir que é dramático que em Portugal, em que existem apenas 1,7 activos por cada reformado, o que deveria levar-se a cabo seria uma política de apoio ao nascimento de crianças, e não à sua morte.

Agora, estes números que vêm de 2007 para cá deixam-nos estes números devastadores: 13.500 dos cerca de 80.000 abortos, são repetições. O quê? Como? Um deslize é aceitável. Isto não são deslizes, isto é irracionalidade, paga pelo erário público, ou seja paga pelos contribuintes e pelos credores de Portugal!

Mas, mesmo sob ponto de vista humano, é caso para perguntar, que raio de pessoas são estas que abortam sucessivamente?! Não vale a pena vir dizer que há um déficit de informação e de formação. Mentira. A escola pública existe, e só não anda lá, quem não quer. Os Centros de Saúde têm políticas de planeamento familiar. Há distribuição de formas de contracepção. Isto é desleixo. Isto é gente tonta.

Portugal não tem tino. Portugal não merece continuar nesta irracionalidade.

Friday, September 09, 2011

A promoção do aborto

Somos dos que pensam que o aborto deveria ser a última solução. Antes, deveriam tentar-se: o planeamento familiar, a contracepção e a educação. Tudo menos o aborto. O aborto só em casos extremos.

A opção dos portugueses foi em sentido contrário. Aliás, muito do que a generalidade dos portugueses pensaram ao longo das últimas décadas, está a desmoronar-se rápidamente. Esperemos que a nação não se desmorone por completo.

Agora isto é uma clara promoção do aborto: A Associação para o Planeamento Familiar condenou, esta quinta-feira, a notícia avançada pela Imprensa de que o Governo se prepara para acabar com a comparticipação de alguns produtos, entre os quais a pílula e a vacina contra o vírus que causa o cancro do colo do útero.

Ainda que se possa usar esta alternativa: A pílula continuará, porém, a ser distribuída gratuitamente nos centros de saúde e nas consultas de planeamento familiar.


Numa população que é avessa ao planeamento e até não gosta de se educar, a utilização dos colaterais acaba por ser uma última solução. Vai deixar de o ser!

Friday, April 01, 2011

A natureza humana

Há gente para tudo. Aquilo que para nós é bom, para outros é mau. Uns gostam do azul, outros do amarelo. Mas, há limites. A natureza humana não pode ser desregrada. Ou mesmo, completamente desregrada.

Isto é absolutamente incompreensível: “Aquilo que me preocupa mais são aquelas mulheres que, ao abrigo da lei, fizeram um aborto em meados de 2009, no início de 2010 vêm fazer outra interrupção e no final de 2010 vêm fazer outra”, afirmou hoje Luís Graça em declarações à agência Lusa.

O que é isto? Abortar é como ir à praia? Abortar é como fazer uma viagem? Não nos parece.

  1. De acordo com o relatório dos registos das Interrupções da Gravidez (IG) da Direção-Geral da Saúde, referentes ao período de janeiro a dezembro de 2010, independentemente dos motivos, foram realizados 19.436 abortos, menos 412 do que em 2009 (19.848).
  2. De acordo com este documento, mais de 250 mulheres que interromperam a gravidez em 2010 tinham feito três ou mais abortos anteriormente e, destas, quatro já tinham abortado mais de dez vezes.
  3. Para o presidente da SPGO, Sociedade Portuguesa de Ginecologia e Obstetrícia, Luís Graça, que se afirma “militante dos direitos das mulheres”, “isto já é um abuso do direito”.
  4. “Como o povo diz, na primeira qualquer um cai, na segunda só cai quem quer. E quem vem à segunda e vem à terceira é uma mulher que é de facto negligente para si própria e até para o Serviço Nacional de Saúde, que está a gastar dinheiro e recursos para, ao fim e ao cabo, resolver a pura negligência dessas mulheres”, afirmou.
  5. A situação é, para Luís Graça, “preocupante”. O médico defende que “devia haver uma taxa moderadora a ser paga pelas pessoas”.
  6. No entanto, o médico defende que “continua a ser um número muito elevado, quando existem métodos de contraceção que são muito eficazes e que estão disponíveis nos centros de saúde e há pessoas preparadas para fazerem um acompanhamento de quem procura estes métodos”.
  7. “Não se justifica que haja tantas gravidezes indesejadas que tenham que ser interrompidas. É importante que as pessoas compreendam que mais vale prevenir do que remediar e para isso é preciso que haja uma política mais pró-ativa em termos de informação”, afirmou.
Portugal vai por maus caminhos, se continua assim. Tarde ou cedo, há um preço a pagar.

Wednesday, December 22, 2010

O aborto: o resultado do facilitismo

É triste, mas é verdade: Este ano, por cada dia que passou, foram feitos 53 abortos legais. Em 2007, os números não ultrapassaram os 36.

E a tristeza acentua-se quando lemos isto: O número de interrupções voluntárias da gravidez tem crescido sucessivamente desde que a prática foi despenalizada há três anos. Em 2009, houve 19 572 contra os 18 607 abortos praticados em 2008 (mais 965). E, até Agosto de 2010, os casos já atingiram o patamar dos 13 mil.

Como esta questão foi "ideologizada", entristece-nos que isto aconteça: 354 (mulheres) foram reincidentes e fizeram mais do que um aborto em 2008 e 2009. Como? Fazer um aborto é tão natural como fazer férias? Para nós, que não somos mulheres, achamos que não, mas a forma como é encarado o aborto por estas "reincidentes", mais parecem....umas férias, ..... parece!

Felizmente, que ainda há pessoas que assumem publicamente a sua ingenuidade: "A tendência no Norte da Europa é para uma estabilização passado dois ou três anos. E depois um decréscimo: na Dinamarca, por exemplo, ao fim de dois ou três anos os números começaram a baixar. Se cá não baixam é preocupante: legislou-se, mas não se iniciou um programa a sério de prevenção da gravidez", critica Luís Graça, director do serviço de obstetrícia do Hospital de Santa Maria, em Lisboa.

Óbviamente que o Legislador (Parlamento e Governo) são mais uma vez, entidades imunes a uma realidade complexa. Facilitar e permitir, é a atitude dos irresponsáveis, como se pode aquilatar.

O Dr. Luis Graça assume: "Tomam-se medidas pontuais, mas não se tomam medidas de acompanhamento. Não há políticas preventivas e, assim, o aborto vai continuar a ser usado como um método de não concepção."

Sunday, September 27, 2009

Pourquoi les IVG ne baissent pas en France

Triste constat pour la Journée mondiale de la contraception ce samedi: en France, les avortements ne diminuent pas. Près d'une femme sur deux y a recours une fois dans sa vie.

"Il y a encore beaucoup d’efforts à faire en matière de contraception. Quoi qu’on dise, la sexualité reste un tabou. Les filles ne veulent pas en parler avec leurs parents. Elles sont souvent très ignorantes et démunies au moment des premières relations sexuelles."

Monday, February 11, 2008

Colecção de abortos

Somos favoráveis ao aborto, em circunstâncias muito específicas. Mas, jamais aceitaremos que o aborto seja encarado da mesma forma que uma qualquer dôr de dentes.

Lemos aqui (edição de 11 de Fevereiro de 2008), algo que nos deixa petrificados: Nos cerca de seis meses em que vigora a lei da descriminalização do aborto até às dez semanas há mulheres que já fizeram duas interrupções voluntárias da gravidez (IVG).

Mas, será que fazer um aborto, é como tirar um dente?

Aqui fala-se de falta de informação: "Achamos que as pessoas sabem tudo, que houve um referendo e as mulheres estão informadas. Mas não estão. Muitas desconhecem completamente que podem fazer uma interrupção voluntária da gravidez num estabelecimento de saúde", afirma ao DN Maria José Alves, médica da Maternidade Alfredo da Costa (MAC) e da associação Médicos pela Escolha.

Apenas perguntamos, o que andam a fazer os portugueses que nem se apercebem que já existiram dois referendos sobre o aborto? O que andam a fazer as escolas em Portugal, quando as pessoas nem entendem o que se diz nos telejornais, quase diáriamente? O que andam a fazer os técnicos do Ministério da Saúde, e em particular dos Centros de Saúde?

Meu Deus, antigamente era o "obscurantismo" de Salazar! E agora, o que é?

Sunday, January 13, 2008

Os transportes e o aborto do SNS


O antigo Presidente da República, Jorge Sampaio, veio dar uma ajuda ao seu companheiro de Partido, Correia de Campos, quando referiu isto: “Corajosa” e “correcta” é assim que Jorge Sampaio considera a actual política de saúde do Governo de José Sócrates, mas sublinha ser necessário acautelar o sistema de transportes no sector.

Quando se vão buscar os velhos e reformados generais para o combate, é porque a situação de guerra está mesmo muito má!


A política implementada pelo Prof. Correia de Campos parece ter muito boas intenções. Mas, de boas intenções está o inferno cheio!

Post Scriptum: O antigo Presidente resume o problema dos serviços de saúde aos "transportes"! Coitados dos portugueses com as suas "élites".

Monday, January 29, 2007