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Wednesday, May 23, 2012

SNS gratuito para estrangeiros

Sabemos há muito que o descontrolo no Estado é quase generalizado. Com excepção da recolha de impostos, quase tudo no Estado, não tem função de controlo. Isto acontece apenas pelo facto do contribuinte ainda aguentar uma das maiores cargas fiscais do mundo. Em Portugal, claro.

Contudo, nos "dias de Saigão", que Portugal vive, muita coisa se vai sabendo, que há poucos meses seria impensável: Uma dessas entidades foi a Direcção Geral da Saúde (DGS), organismo que contabilizou 18,3 por cento de mulheres de nacionalidade estrangeira que, em 2011, realizaram uma Interrupção de Gravidez (IG).

Vivemos o dealbar do fim de Portugal, ou da República. Até quando teremos que ver esta realidade agonizante?

Tuesday, April 21, 2009

O SNS já não serve os portugueses

O SNS foi durante muitos anos, um relativo exemplo de exercício de melhoria de qualidade de vida dos portugueses, nomeadamente através da diminuição da taxa de mortalidade infantil e do aumento da esperança média de vida.

Agora, no SNS, discutem-se as distribuições de resultados entre as várias Corporações e Oligarquias, dos médicos e laboratórios farmacêuticos, até aos administradores hospitalares e donos de farmácia. Quanto à melhoria da qualidade do serviço de saúde, nem se fala! Os recursos escasseiam, e as Corporações degladiam-se na luta pelas moedas!

Mas é com satisfação que vemos exemplos como este: A Associação para o Planeamento da Família (APF) vai promover a partir de amanhã, quarta-feira, a campanha de informação “Interrupção Voluntária da Gravidez, conheça os seus direitos”.

Mais, esta Associação para o Planeamento da Família, que é privada, substitui-se à imensa teia de serviços do Ministério da Saúde, que só servem para diminuir o nível de desemprego e para se reclamarem de uma utilidade, que no fundo é inexistente, como é o caso do Instituto de Qualidade em Saúde.

Fala-se em interrupção voluntária da gravidez, como se fosse uma festa, ou o clímax de uma sociedade muito avançada. Mas, afinal é uma Associação, de cariz privado, que faz isto: Por outro lado, Elisabete Souto, coordenadora da Linha Opções refere que a APF recebe uma média de 60 a 70 chamadas por mês, na maioria das quais mulheres com dúvidas em relação à interrupção voluntária da gravidez: “São na sua maioria mulheres entre os 20 e os 35 anos que nos ligam, muitas vezes com suspeitas de gravidez, outras já com a gravidez confirmada. Querem saber onde se dirigir, o que acontece na interrupção voluntária da gravidez, se tem custos, se é confidencial, se é em regime ambulatório ou não...”.