Showing posts with label Enfermeiros. Show all posts
Showing posts with label Enfermeiros. Show all posts

Wednesday, February 08, 2012

O pânico da corporação médica

Em todas as profissões existem altos e baixos. Em todas as profissões há flutuações entre procura e oferta. Mas a corporação médica tem pânico disto: O novo bastonário da ordem dos Enfermeiros denunciou hoje que mais de 1.700 enfermeiros emigraram no ano passado e que só nas primeiras três semanas deste ano 200 destes profissionais solicitaram declarações para sair do país.

Porque será que há sempre alguns mais iguais do que outros?

Monday, December 01, 2008

NHS: nurse

Fonte: aqui.

An NHS nurse has broken the £100,000 pay barrier for the first time as the drive to cut waiting lists brings lucrative rewards for senior staff. The nurse consultant, who is based in Rotherham, earns double the basic salary of around £50,000 by working overtime under a generous Health Service initiative.

Friday, October 03, 2008

Corporações

Estamos no Outono. Vem aí o frio, a chuva e por isso, também, as gripes e constipações. É a vida. Contudo, o homem gosta de contornar as dificuldades, e inventa soluções para os problemas. E então, está na hora de tomar a vacina contra a gripe.

Perante este cenário, desenvolvem-se sempre novas perspectivas, sobretudo quando se faz qualquer coisa de novo, como a administração das vacinas nas farmácias. O pior são as reacções á mudança:
  • A Ordem dos Enfermeiros está contra a administração de vacinas nas farmácias por esta ser efectuada por farmacêuticos e não por enfermeiros. A posição foi tomada ontem, primeiro dia em que as farmácias passaram a administrar a vacina contra a gripe. A adesão da população superou as expectativas.
  • a bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Augusta Sousa, diz que só os enfermeiros e médicos têm conhecimento e treino necessários a cumprir o acto em segurança. 'Entendemos que a vacinação é objectivamente uma intervenção que vai muito para além de vacinar. Pode implicar eventuais complicações e a nossa preocupação vai para a segurança dos cidadãos.'

Do outro lado, a outra corporação:

  • A bastonária da Ordem dos Farmacêuticos, Elisabete Faria, contudo, não aceita as críticas. 'Administrar vacinas é uma competência delegada pelo Governo há mais de um ano, com a qual os farmacêuticos estão a ser colaborantes no maior acesso do cidadão ao tratamento. Os farmacêuticos têm formação contínua e estão aptos a prestar mais esse serviço.'

Bem, se o Governo autorizou o novo modelo de vacinação, é porque deve ter analisado e cuidado bem da sua decisão. Nós não percebemos do assunto, mas temos a experiência dura, de ter realizado análises ao sangue, efectuadas por enfermeiras e ficarmos molestados, com manchas posteriores de sangue nos braços. Incompetentes, há-os em todas as profissões!

Thursday, May 08, 2008

Enfermagem

Fonte: aqui.

Thursday, May 01, 2008

Tuesday, February 12, 2008

Monday, January 28, 2008

Wednesday, January 23, 2008

Friday, December 07, 2007

Tuesday, September 18, 2007

A indumentária do Pessoal da Saúde na Grã - Bretanha

O novo Ministro da Saúde Britânico, Alan Johnson, impõe novas regras quanto às roupas que o pessoal da saúde deve usar: Long-sleeved white coats, favoured by physicians for decades, are set to be banned under an NHS shake-up aimed at tackling hospital superbugs.

Mais, toda aquela série de parafernália que o comum dos mortais usa, tem que ser banida, tais como: relógios, brincos, jóias e até unhas grandes....


E parece que a higiene é tão problemática na Grã-Bretanha, como em Portugal: Experts have said that up to two-thirds of doctors do not wash their hands properly.

Monday, May 21, 2007

Cidadãos e profissionais de primeira e de segunda

Vai-se dizendo que as Unidades de Saúde Familiar (USF) são um sucesso. Nós não sabemos se são ou não!

Vejamos o que aqui nos dizem:
  • Segundo Manuel Oliveira (do Observatório da Ordem dos Enfermeiros para os Cuidados de Saúde Primários), os dados provisórios indicam ganhos nas USF, ao nível dos sistemas de informação, estruturas físicas e satisfação dos profissionais graças à contratação colectiva e à sua autonomia funcional, organizativa e técnica.
  • «Há uma forte coesão nestas equipas e os elementos sentem que todos têm de trabalhar para o mesmo fim e estão envolvidos no mesmo projecto», referiu (Manuel Oliveira).
  • Apesar de ainda estar aquém do rácio defendido pela OE de cerca de 1.200 utentes por enfermeiro, o Observatório contabilizou um rácio de 1.661 nas USF.
  • Na parte não reconfigurada do centro de saúde, o valor ascende a 2.047 utentes por enfermeiro.
  • No capítulo da substituição de recursos humanos, ao abrigo da mobilização de profissionais do centro de saúde para as USF, o coordenador sublinhou que «não se podem esquecer as competências».
  • «Há substituições que não são efectivas. Não basta substituir um número por um número, porque é diferente mobilizar um enfermeiro especialista para uma USF e substitui-lo por um não especialista», afirmou.

Ao ler mais esta postura "corporativa", teremos que responder de imediato: então e o consumidor da saúde? Fala-se nos Médicos, nos Técnicos, nos Enfermeiros, nos Administradores, nos......e os Doentes?

Infelizmente, sabemos que com esta ladaínha das "corporações", acabaremos num serviço de saúde de primeira para os "profissionais", e de segunda para os doentes!

Friday, December 29, 2006

Gestão de Recursos Humanos III

Há um déficit significativo de gestão, em Portugal. Já o sabíamos. Mas, afinal, ainda é maior do que pensávamos, senão repare-se nisto:
  • O Ministério da Saúde instou quarta-feira todos os estabelecimentos públicos a adoptar sistemas automáticos, de preferência electrónicos, para controlar a assiduidade dos funcionários.

Na nossa opinião, o Ministério da Saúde limitou-se a exercer a sua função de gestão. Nada mais.

Face a um acto de gestão normal, de uma entidade patronal (o Ministério da Saúde), as reacções são ácidas:

  • O Sindicato dos Enfermeiros considerou hoje um «gasto inútil e desnecessário» a adopção de sistemas automáticos para controlar a assiduidade dos funcionários da Saúde.

E até explosivas:

  • O bastonário da Ordem dos Médicos, Pedro Nunes, considerou hoje lamentável, imprópria e populista a decisão do Governo de controlar a assiduidade dos profissionais de Saúde, que, na sua opinião, só vai causar perturbações.

Costuma-se dizer, que: quem não deve, não teme. Porque será que as corporações dos dois principais stakeholders da saúde (médicos e enfermeiros) reagem tão mal a uma medida de gestão comum?