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Thursday, March 03, 2011

SNS: o investimento ainda existe II

É verdade, no SNS ainda há dinheiro para investir em inovação tecnológica: O novo Serviço Externo de Radioterapia, do Instituto de Oncologia do Porto - IPO, está concluído e pronto a receber - já na próxima quarta-feira - os primeiros doentes. O novo edifício está equipado com os mais modernos equipamentos de radioterapia visíveis ainda em poucas hospitais europeus e vai permitir o tratamento mais eficaz e com menos efeitos secundários para os doentes de cancro.

O novo edifício até mereceu linhas arquitectónicas modernas: O edifício, construído de raiz e com linhas arquitectónicas inovadoras, vai permitir o atendimento dos actuais cerca de quatro mil doentes ao ano, que recorrem ao hospital. De acordo com Laranja Pontes, presidente do IPO Porto, "com uma média de 80 mil sessões de radioterapia por ano, o novo serviço vai permitir aumentar a capacidade nos tratamentos disponibilizados".

Quem paga o novo edifício, ainda é parcialmente a União Europeia: O novo serviço de radioterapia resultou de um concurso de concepção/construção, ganho pelo consórcio Bascol/Casais e Varian, parceiro tecnológico americano, num investimento total de 30 milhões de euros. O investimento no edifício foi de cerca de 13,5 milhões de euros, com cerca de cinco milhões de euros de comparticipação do QREN, e 17 milhões de euros para os equipamentos.

Wednesday, December 08, 2010

SNS: o investimento ainda existe

A ministra da Saúde, Ana Jorge, inaugurou hoje um conjunto de equipamentos de radioterapia e de imagiologia no Hospital Santa Maria, em Lisboa, um investimento orçado em cerca de onze milhões de euros. "Estes equipamentos são da maior importância para os doentes, já que vêm reforçar significativamente o parque tecnológico do hospital, no que reporta à complexidade dos procedimentos diagnósticos e terapêuticos realizáveis", afirmou Ana Jorge.

"Gerir bem a decisão de prescrição terapêutica não é um processo baseado em critérios economicistas. Este é um processo de decisão centrado no doente e que bem norteado é um fator determinante para uma gestão financeira saudável do nosso sistema público", lembrou Ana Jorge.

Post Scriptum: quem nos dera a nós que o foco do SNS fossem os doentes e não os participantes internos do SNS (vulgo, os médicos, os enfermeiros, os administradores hospitalares, os burocratas do Ministério da saúde, etc.).