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Wednesday, March 28, 2012

Vivam as "minis"


Portugal vai mal, dizem alguns. Portugal, vai andando, dizem outros. Portugal vai bem, dizemos nós: Portugal está entre os dez países europeus onde se consome mais álcool. Segundo um relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS), o velho continente lidera o consumo mundial.

Em frente, marchar, marchar: Na Europa, assiste-se a uma média anual de 12,4 litros por habitante; em Portugal, essa média é de 13,4 litros, colocando o País no 9º lugar da lista de maiores consumos no conjunto de 34 Estados europeus. No topo da lista estão países do leste da Europa, onde o consumo é de 14,5 litros de álcool por ano.

Sunday, November 28, 2010

Fumadores passivos

Around one in a hundred deaths worldwide is due to passive smoking, which kills an estimated 600,000 people a year, World Health Organization (WHO) researchers said on Friday.

In the first study to assess the global impact of second-hand smoke, WHO experts found that children are more heavily exposed to second-hand smoke than any other age-group, and around 165,000 of them a year die because of it. "Two-thirds of these deaths occur in Africa and south Asia," the researchers, led by Annette Pruss-Ustun of the WHO in Geneva, wrote in their study.

Children's exposure to second-hand smoke is most likely to happen at home, and the double blow of infectious diseases and tobacco "seems to be a deadly combination for children in these regions," they said. Commenting on the findings in the Lancet journal, Heather Wipfli and Jonathan Samet from the University of Southern California said policymakers try to motivate families to stop smoking in the home. "In some countries, smokefree homes are becoming the norm, but far from universally," they wrote.

Wednesday, November 24, 2010

Medicamentos: reflexões do exemplo Francês

Hay poco dinero para la atención sanitaria mundial, pero, sobre todo, el que hay se derrocha y se malgasta a causa de la ineficacia en la gestión de los recursos. Este es el contundente mensaje que lanzó la Organización Mundial de la Salud (OMS) en su informe anual, publicado ayer. «Entre el 20% y el 40% del total de los gastos de salud son malgastados», asegura en el prólogo del estudio Margaret Chan, la directora general de la OMS.

Si esta es la situación actual, la OMS ofrece para remediarla una serie de consejos en diez ámbitos de actuación en los que es posible trabajar con mayor eficiencia. En este sentido, una de las alternativas es una mejor gestión de los medicamentos y, especialmente, una mayor utilización de los fármacos genéricos. «Se suelen emplear medicamentos caros -recoge el informe- cuando se dispone de opciones más baratas e igualmente eficaces».

Pero hay más: «En muchos países el uso de antibióticos e inyecciones es excesivo, su almacenamiento es deficiente y se deterioran, y hay grandes variaciones en los precios que negocian las agencias de aprovisionamiento con los proveedores», señala la OMS, que también expone que solo en este ámbito se podría lograr una reducción del 5% en el gasto total de la sanidad. En la estrategia de apostar de forma decidida por el uso de fármacos genéricos, Francia pone como ejemplo el caso de Francia, que «ahorró el equivalente a casi 1.500 millones de euros en el 2008».

Otra de las áreas en las que la OMS espera una gestión más racional es en la propiamente hospitalaria, que absorbe entre la mitad y dos tercios del total del gasto sanitario público. «La ineficiencia en labores vinculadas al mundo hospitalario -advierte la OMS-acarrea la pérdida de casi 220.000 millones de euros al año. Un gasto más eficaz podría acrecentar la productividad un 15%».

Comentário nosso: estes gastos exagerados, não são desperdício, pelo simples facto, de que geram imensos proveitos para muita gente, quer sejam laboratórios farmacêuticos, decisores governamentais e técnicos de saúde (nomeadamente os prescritores principais, os médicos). Ou seja, este gasto exagerado é concertado por várias entidades, públicas e privadas, e tem uma estratégia clara de esvaziamento dos bolsos dos contribuintes dos vários países.

Thursday, February 04, 2010

Gripe A: finalmente o bom senso

Depois de meses de "festa mediática" sobre um fantasma que só os "Técnicos" da OMS viram, o Ministério da Saúde, em Portugal, decidiu fechar a luz da sala: Portugal vai poupar 15 milhões de euros por ter cancelado parte da encomenda de vacinas contra a gripe A que tinha feito à farmacêutica GlaxoSmithKline.

Mas, cuidado com as leituras enviesadas que se fazem pelos media pouco profissionais. É que Portugal só vai poupar 15 milhões de euros, mas vai "cozer com batatas" isto: Portugal fica ainda com 3,5 milhões de doses, depois cerca de meio milhão de pessoas terem sido já imunizadas, mas a ministra tem dito que o objectivo continua a ser o de vacinar os grupos de riscos inicialmente definidos, que correspondem a 30 por cento da população, cerca de três milhões de pessoas.

É que mesmo depois da incompetente e alarmista OMS avisar de que a Gripe A, não passava de um ventinho, Portugal continuou a "fazer compras" à Glaxo: Dos seis milhões de vacinas encomendadas, já chegaram a Portugal 1,6 milhões, e a distribuição dos últimos stocks enviados pelo laboratório (só em Janeiro a GSK entregou mais de 800 mil doses) ainda está a ser feita por vários centros de saúde.

Claro que a Dra. Ana "Gripe A" Jorge vai sempre argumentar com isto: Até terça-feira, o vírus da gripe A foi responsável pela morte de 104 pessoas em Portugal. Mas, a referida médica, temporáriamente Ministra, não se refere ao número médio de mortes causado pela gripe sazonal nos últimos 10 anos!

Wednesday, November 18, 2009

Efeitos da Gripe A

Lê-se: A venda online de medicamentos falsificados contra a gripe A por parte de um gangue virtual gerou milhões de dólares de lucro, denunciou ontem a Sophos, uma empresa britânica de software de segurança.

Anda meio mundo a enganar a outra metade. Pois anda: A empresa terá interceptado centenas de milhões de sites e de anúncios farmacêuticos falsos, muitos deles a tentar vender contrafacção de medicamentos antivirais como o conhecido Tamiflu.

No entanto, há o medicamento "oficial" para retardar a doença: Este antiviral é comercializado pela Roche Holding da Suíça, sendo reconhecido como a droga de primeira linha recomendada pela Organização Mundial de Saúde para tratar e retardar a progressão dos sintomas da gripe.

Friday, June 12, 2009

H1N1 em alerta máximo?

Há algo de estranho por detrás do "alerta 6" da OMS, relativo à pandemia da gripe H1N1. Nos últimos dados sobre a doença da OMS, verificamos que: 1) há 28.774 casos a nível global; 2) há 144 mortos confirmados.

Justificarão estes dados, um "alerta 6" da OMS? Não haverá situações de saúde pública bem mais dramáticas e dolorosas? A Sida/Aids? A tuberculose? O dengue? A cólera?

Cada vez desconfiamos mais destes órgãos globais! A quem reportarão estes especialistas da OMS?

Thursday, November 09, 2006

Organização Mundial de Saúde

Lemos aqui, que, "An expert on bird flu, Margaret Chan, has been nominated to head the World Health Organization (WHO)".

Ao visitarmos o sítio da
World Health Organisation, registamos a confirmação: "8 November 2006 -- Dr Margaret Chan of China was nominated today for the post of Director-General by the Executive Board of the World Health Organization".

Registamos as primeiras declarações da
Dra. Margaret Chan, após a nomeação:
  • "I have the commitment, the passion, and the humility to serve the member states of this organization, this great organization".

Registe-se ainda, que a Dra. Chan é originária de Hong Kong, "As head of Hong Kong's public health department, Margaret Chan won praise for helping fight the world's first outbreak of bird flu in 1997".

A Ásia começa a assumir a liderança de várias organizações, como foi recentemente confirmado pelo novo Secretário - Geral da ONU, e a definir-se como um player afirmado, na nova ordem mundial.