Vingt kilos déjà sur la balance à seulement 10 mois et par ailleurs en bonne santé: des médecins chinois sont restés perplexes devant un énorme bébé surnommé le "bébé Michelin" mardi par la presse. L'enfant a été amené dans un hôpital de Changsha, capitale de la province du Hunan, pour un accès de fièvre, a rapporté l'agence semi-officielle Nouvelles de Chine et a déjà le poids, à seulement 10 mois, d'un enfant de six ans. Ses parents ont attribué son poids gigantesque au fait qu'il n'avait aucune autre activité que prendre le sein ou dormir, a ajouté l'agence. Une photo du bébé sur le site hunanais rednet.cn, qui l'a baptisé "bébé Michelin", montre un enfant obèse, tout sourire, s'amuser avec un jouet. Les médecins ont expliqué n'avoir trouvé aucune raison médicale au surpoids de l'enfant, qui est par ailleurs en bonne santé. Mais pour eux, ce bébé est le symbole vivant de l'obésité qui menace de plus en plus la société chinoise. La Chine compterait quelque 60 millions d'obèses --quasiment la population française-- et 200 autres millions de personnes en surcharge pondérale, selon le ministère de la Santé.Wednesday, August 25, 2010
Chine: un "bébé Michelin" intrigue les médecins
Vingt kilos déjà sur la balance à seulement 10 mois et par ailleurs en bonne santé: des médecins chinois sont restés perplexes devant un énorme bébé surnommé le "bébé Michelin" mardi par la presse. L'enfant a été amené dans un hôpital de Changsha, capitale de la province du Hunan, pour un accès de fièvre, a rapporté l'agence semi-officielle Nouvelles de Chine et a déjà le poids, à seulement 10 mois, d'un enfant de six ans. Ses parents ont attribué son poids gigantesque au fait qu'il n'avait aucune autre activité que prendre le sein ou dormir, a ajouté l'agence. Une photo du bébé sur le site hunanais rednet.cn, qui l'a baptisé "bébé Michelin", montre un enfant obèse, tout sourire, s'amuser avec un jouet. Les médecins ont expliqué n'avoir trouvé aucune raison médicale au surpoids de l'enfant, qui est par ailleurs en bonne santé. Mais pour eux, ce bébé est le symbole vivant de l'obésité qui menace de plus en plus la société chinoise. La Chine compterait quelque 60 millions d'obèses --quasiment la population française-- et 200 autres millions de personnes en surcharge pondérale, selon le ministère de la Santé.Tuesday, August 24, 2010
Porque não controlaram o monstro?
Monday, August 23, 2010
O dinheiro escasseia
- Segundo os dados mais recentes da Apifarma, as dívidas dos hospitais ascendiam, em finais de Julho, a 929 milhões de euros, tendo subido ao ritmo de dois milhões por dia.
- “O Ministério da Saúde rejeita os valores tornados públicos pela Apifarma, que não correspondem aos valores apurados pelas diversas instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS)”.
- A Autoridade da Concorrência (AdC) decidiu abrir uma investigação à associação que representa os laboratórios farmacêuticos por indícios de violação da lei da concorrência. Em causa está a decisão tomada pelas farmacêuticas de se juntarem, através da associação do sector, para cobrar aos hospitais juros pelo atraso no pagamento dos medicamentos que consomem.
- O Ministério da Saúde (MS) vendeu quatro hospitais de Lisboa a uma empresa do Estado, por 111,5 milhões de euros, dos quais foram usados 75 milhões para aumentar o capital de 18 hospitais EPE (Empresas Públicas Empresariais) e fazer face às suas dívidas. Entre as unidades vendidas, os hospitais de Santa Marta, São José e Capuchos vão ser integrados no novo Hospital de Todos os Santos, que deve abrir em 2013.
- Mais apoios sociais e transferências para a saúde explicam o aumento de 3,8% da despesa do Estado. Um aumento superior à subida de 3,6% da receita. A diferença entre os dois mostra um défice de 8,9 milhões de euros, mais 347,1 milhões face ao período Janeiro-Julho de 2009.
- No final de 2009 as dívidas a fornecedores por parte das instituições do Serviço Nacional de Saúde (SNS) ascenderam a 749 milhões de euros. No topo da tabela está a Administração Regional de Saúde do Norte (ARS Norte), que em 31 de Dezembro do ano passado registava uma dívida de 265 milhões de euros. Em segundo lugar, surgia a Administração Regional de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) com 214,2 milhões, seguida da ARS Centro (78,3 milhões), Alentejo (15,6) e Algarve (14, 5 milhões de euros). No total, as cinco ARS acumularam quase 600 milhões de euros de dívidas aos fornecedores. Mais 452,7 milhões de euros do que vinte hospitais em conjunto.
Resumindo e concluindo: a) os hospitais devem muito dinheiro, em particular, à Indústria Farmacêutica; b) os órgãos do Ministério da Saúde (em particular, as ARS's) devem muito dinheiro aos hospitais; c) o Estado consegue assim maquilhar as contas do déficit que apresenta a Bruxelas.
Engenharia financeira. Ou se quiserem, muita contabilidade criativa. Até quando?
Friday, August 20, 2010
O fim da árvore das patacas?
- No primeiro semestre deste ano, o número de farmácias com fornecimentos suspensos aumentou 47%.
- Segundo dados da ANF, em Junho deste ano, 375 farmácias estavam com os fornecimentos suspensos, mais 47% do que em Dezembro do ano passado (255)
- No mesmo período, entre Dezembro de 2009 e Junho de 2010, o número de processos judiciais em curso para a regularização de dívidas das farmácias aumentou de 121 para 168, o que significa um aumento de 39%.
- Já o número de farmácias com acordos de regularização de dívidas aumentou 178%, passando de 179 para 497.
- João Silveira referiu que, (...) «Isto é um rescaldo da baixa de margens a funcionar durante três, quatro anos, na sequência da decisão do Governo anterior. Por outro lado, também tem que ver muito com a quebra dos preços dos medicamentos, que foram sucessivas, e agora mais recentemente com a quebra drástica em relação aos medicamentos genéricos, que começam a ter uma quota de mercado importante».
O que aquele Senhor da ANF não diz, é que as farmácias de oficina têm uma margem de lucro garantida, através de Decreto - Lei, de 20%. Tomara todos os negócios terem essa vantagem.
Ketamine is 'magic drug' for depression
A single dose of the drug Ketamine acts like "magic" lifting people out of depression in hours and lasting more than a week, scientists claim. The drug has traditionally been used as an anaesthetic for animals and, in some cases, humans – but has also established itself as a nightclub favourite in recent years, where it is nicknamed Special K. But studies have found it can treat depression within hours, even when years of alternative treatments have failed. And the effects of just one dose can last up to 10 days. Most antidepressant drugs currently available on prescription need several months or even years to take effect and must be taken everyday. However, scientists discovered that rats given ketamine stopped displaying symptoms of depressive behaviour within hours of their first fix. The drug was even shown to restore brain-connections damaged by stress. A similar study conducted at the Connecticut Mental Health Centre also found 70 per cent of depressed patients who failed to respond to years of treatment on traditional antidepressants improved within hours of receiving a dose of ketamine.Thursday, August 19, 2010
Uns mais guais do que outros
- Abertura de vaga de ginecologia/obstetrícia para o mapa de pessoal do Centro Hospitalar Oeste Norte: concurso deserto.
- Abertura de vaga para assistente de oftalmologia para o Hospital de Faro: concurso deserto.
- Abertura de vaga para assistente de psiquiatria no Hospital do Divino Espírito Santo: concurso deserto.
- Abertura de vaga para médico na especialidade de nefrologia: concurso deserto. Não é difícil encontrar concursos desertos de 2005, 2002 até de 2000.
- Há hospitais que em quatro anos só conseguiram contratar um médico quando precisavam de dezenas.
Pior, quando o Chefe do clã afirma isto: "Antigamente, as condições eram iguais para todo o País. Transformaram os hospitais em empresas e o mercado é para todos. Não fomos nós que inventámos o mercado. Agora que resolvam o problema. Se o concurso ficou deserto é porque não é atractivo", disse ao DN Pedro Nunes, bastonário da Ordem dos Médicos.
E mais isto: "Dêem-lhes boas condições, possibilidades de progressão na carreira e pagamento correspondente. Da mesma forma que se contratam profissionais de outras áreas. As pessoas movem-se pelos desafios e pela estabilidade económica", avança o bastonário.
Este Bastonáriozinho faz lembrar a decepada Rainha Maria Antonieta, "se não têm pão comam brioche".
Porque será que os médicos são o equivalente moderno dos padres da época medieval?
Wednesday, August 18, 2010
A inexistência da função de controlo de gestão
- A construção de hospitais em parceria público-privada padece de anomalias, a maior das quais ter como presidente da Comissão de Apreciação de Propostas um consultor contratado para os processos de concurso. A denúncia é da Inspecção-Geral de Finanças (IGF).
- O relatório de Actividades de 2009 da IGF, recentemente publicado, dá conta do resultado de auditorias a três processos concursais do programa de hospitais em parceria público-privada (PPP). E conclui que o programa não conta com recursos humanos, organizacionais e competências necessários para cumprir as metas segundo princípios de boa gestão. Resultado: há desvios temporais de mais de dois anos e, em finais de 2009, ainda não tinham começado as obras de uma unidade que deveria ter sido inaugurada em Outubro.
- A auditoria das Finanças lamenta a excessiva dependência do programa face a consultores externos, com “consequências gravosas para o exercício de futuras funções de gestão e controlo” das PPP pelo Estado, por falta de uma adequada internalização de competências. Uma dependência tal que “até o presidente da Comissão de Apreciação de Propostas, representante máximo do Estado nas negociações com os concorrentes, é um consultor contratado em regime de prestação de serviços, com a agravante de o contrato não dispor de cláusulas que salvaguardem devidamente o interesse do Estado” em matéria “de incompatibilidades”.
- A falta de controlo é realçada no caso da única PPP que já funciona, em Cascais, sem haver uma “equipa profissionalizada” de fiscalização na Administração Regional de Saúde de Lisboa. A IGF alerta para riscos financeiros e a potencial “ocorrência de um nível inferior da prestação de cuidados”.
Perante isto, o que pensarão os portugueses pensantes e cada vez mais contribuintes?
Tuesday, August 17, 2010
A relação entre a cerveja e a psoríase
Mulheres que tomam cerveja regularmente têm risco maior de desenvolver psoríase - doença de pele crônica e autoimune caracterizada por manchas em todo o corpo que causam coceira. A constatação é de um estudo desenvolvido pela Escola de Medicina de Harvard (EUA), publicado no periódico Archives of Dermatology.Monday, August 16, 2010
É difícil esconder o monstro
Wednesday, July 28, 2010
Os ganhadores da Gripe A
- As autoridades holandesas começaram a destruir 17,8 milhões de doses de vacinas contra a gripe A (H1N1) que não foram utilizadas e que não puderam ser vendidas a outros países.
- Das 31 milhões de doses adquiridas pelo Governo holandês aos grupos farmacêuticos Novartis e GlaxoSmithKline, "pelo menos 11 milhões foram utilizadas" na Holanda, de acordo com a mesma fonte, que acrescentou que a epidemia da gripe A (H1N1) acabou por ser menos grave do que o esperado.
- O Ministério da Saúde holandês anunciou a 27 de novembro de 2009 a intenção de vender 19 milhões de doses de vacinas excedentárias a outros países, mas só 257 mil foram vendidas, nomeadamente à Estónia e à Macedónia.
Sunday, July 25, 2010
Alguém imaginou o espaço aéreo encerrado por causa de férias?
Cuidado com as embalagens!
‘Lean’ or ‘extra lean’ minced beef may sound like a healthy option. But shoppers who buy these products could be eating more fat than is found in standard mince.Friday, July 23, 2010
Vergonha
Tuesday, July 20, 2010
A saúde é gratuita?
Monday, July 19, 2010
Requiem para o SNS
- Os médicos estão a limitar o número de exames clínicos aos doentes, inclusivamente aos que sofrem de cancro.
- Jorge Espírito Santo, presidente do Colégio da Especialidade de Oncologia Médica da Ordem dos Médicos admite a contenção. "O Ministério publicou medidas para a consolidação do défice orçamental, onde esté expresso um apelo para a redução da despesa, que inclui os meios complementares de diagnóstico de uma forma genérica".
- O ministério da Saúde e as direcções clínicas dos Institutos Portugueses de Oncologia negam ter dado ordem para reduzir exames.
Saturday, July 17, 2010
O atestado de pobreza
- As doses de vacinas contra a gripe sazonal vão ser administradas gratuitamente aos pensionistas mais pobres, à semelhança do apoio que o Estado já dá a este grupo de idosos na comparticipação de medicamentos a 100%.
Claro que cada idoso, terá que ter um qualquer documento que comprove que tem uma pensão miserável (bem abaixo do salário mínimo nacional), que não tem activos imobiliários ou mobiliários, e provavelmente, que os seus filhos também serão pobres.
É o renascer do "atestado de pobreza" do sinistro regime de Salazar/Caetano.
Como se vai escrevendo por aí, "cheira a fim de regime"! Pelo menos, esperemos que o próximo seja democrático.
Post Scriptum: mas estas vacinas da gripe vieram por troca das vacinas da Gripe A da Dra. Jorge (O Ministério da Saúde chegou a acordo com a GlaxoSmithKline (GSK) para trocar um milhão de vacinas da gripe A por 900 mil doses de vacinas da gripe sazonal).
Thursday, July 15, 2010
Más práticas médicas
Your doctor could be drunk, addicted to drugs or outright incompetent, but other physicians may not blow the whistle. A new survey finds that many American physicians fail to report troubled colleagues to authorities, believing that someone else will take care of it, that nothing will happen if they act or that they could be targeted for retribution.Wednesday, July 14, 2010
A habitual incontinência de Correia de Campos
- Menos gente a trabalhar nos hospitais, mas a receber mais, e medicamentos mais baratos conseguidos quando as contas com a indústria estiverem saldadas são receitas do ex-ministro Correia de Campos para reduzir a despesa na saúde.
Oh Professor Correia de Campos, quem é que meteu tanto administrador hospitalar nos hospitais? Quem é que o Professor Correia de Campos vai tirar do SNS? Médicos? Dizem que há falta!
Vai tirar enfermeiros? Dizem que não são os suficientes nos Centros de Saúde. Vai tirar administrativos? E quem é que vai fazer o trabalho que os Senhores Administradores não querem fazer?
Casa em que não há pão, todos ralham, e muito poucos têm razão!
Tuesday, July 13, 2010
Não há dinheiro!
O SNS, que segundo alguns, já foi classsificado como um dos melhores sistemas de saúde do mundo, parece que está de pantanas, ou se quiserem "entregue aos bichos":- Os médicos do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) que garantem as escalas nos helicópteros de emergência estão sem receber desde Abril;
- Para o serviço de helicópteros, o INEM contará com "uma centena de médicos, todos sem qualquer vínculo e que recebem uma média de 500 a 600 euros por turno de serviço";
- "falta fardamento, que nunca foi distribuído";
- Também desconhecem a existência de seguros de acidentes de trabalho. "Nunca me pediram quaisquer dados para esse seguro e também nunca me foi mostrada essa apólice".
Monday, July 12, 2010
Avanços em tempos recessivos
- A Bial anunciou hoje a aquisição da farmacêutica italiana SARM - Società Antica Ritrovati Medicinali, especializada na área da imunoterapia alérgica, com o objectivo de desenvolver a maioria da actividade comercial fora de Portugal.
- Com este negócio a Bial passa a estar presente "em dois dos quatro maiores mercados europeus da alergologia", realça a empresa da Trofa, que já detinha uma unidade de produção e um centro de investigação e desenvolvimento dedicado à imunoterapia alérgica em Espanha.
- Para António Portela, "ainda que sendo uma área de nicho, a imunoterapia alérgica tem um grande potencial de desenvolvimento a médio prazo e será relevante no projecto de expansão que temos em curso, em que o objectivo é assumir uma forte dimensão internacional".
A arrogância do Dr. Pedro Nunes
- Para o bastonário, "se o governo acha que tem capacidade para abrir 1600 vagas na faculdade, deve simultaneamente garantir que abre 1600 vagas nos internatos quando forem necessários daqui por cinco anos".
- "Se continuarmos todos os anos a abrir 1600 vagas, é previsível que haja desemprego médico porque não é previsível que o país tenha capacidade económica de os colocar, mas claro que fazem falta: é ilimitada a capacidade que pode haver de trabalho médico", referiu ainda Pedro Nunes.
O Dr. Pedro Nunes pode defender bem a corporação médica, mas não é amigo da Humanidade. Desde quando é que o Estado (que são todos os contribuintes e restantes cidadãos) garante lugares de trabalho a todos os licenciados em Filosofia? Ou licenciados em Economia? Ou licenciados em Enfermagem?
Este é um tipo de discurso sem pudor. Vergonhoso. Desumano. Sem decoro. Revoltante.
Numa fase de tremendas dificuldades para o sector privado, o Dr. Pedro Nunes recostado na sua poltrona afirma isto: "se os hospitais estiverem em contenção financeira, não têm capacidade para pagar os ordenados". Tal como Maria Antonieta, esposa de Luís XVI, "se não têm pão, comam brioche".
E o pior, é que quando os aparentes líderes de opinião dizem disparates, tendem a ser mimetizados: O representante dos alunos frisa que, num futuro próximo, o eventual excesso de médicos “poderá vir em muito prejudicar a saúde em Portugal, porque acreditamos que o sector da saúde não é igual à maioria dos sectores em que a concorrência poderá ser benéfica”.
Os Senhores Doutores, médicos, quando estão recostados na poltrona do Estado, acham que a saúde não é um sector que se mova pela concorrência. Quando, os Senhores Doutores, médicos, estão nas suas clínicas ou consultórios privados, cobram valores absolutamente incomportáveis, a não ser que as poderosas seguradoras de saúde os travem ás 4 rodas, e aí, já não gostam do mercado, outra vez!
Wednesday, July 07, 2010
Perdoai-lhes, Senhor
Tuesday, July 06, 2010
Se a incompetência pagasse impostos
Monday, July 05, 2010
Os custos de ser mau pagador
Sunday, July 04, 2010
Medicamentos em Unidose
Tuesday, June 29, 2010
NHS: service by numbers

Monday, June 28, 2010
O perfil de um Gestor Público do sector da saúde
Sunday, June 27, 2010
Prescrições de um médico
- O candidato presidencial Fernando Nobre comparou hoje a situação de Portugal a “uma hérnia estrangulada”, que precisa de ser operada antes que surja “a terrível peritonite e a irremediável morte”.
- “Portugal precisa de trabalho e de ação, só com retórica não vamos lá”, referiu, em Arcos de Valdevez, Fernando Nobre.
- Para o também presidente da Assistência Médica Internacional, o país “está na iminência de uma gravíssima crise” e, por isso, precisa de “um plano de emergência”, que passe, desde logo, pelo “encerramento imediato de centenas ou até milhares de institutos e fundações públicos inúteis, salvo para os seus gestores”.
- O fim de “certas” parcerias público privadas, a definição de medidas “moralizadoras nos salários, mordomias e reformas dos servidores de topo do Estado” e a racionalização dos meios utilizados na Função Pública são outras medidas que Nobre preconiza para o plano de emergência”.
- Defende ainda o congelamento de “todos os megaprojetos”, apostando os investimentos públicos para o apoio às pequenas e médias empresas, e a discriminação positiva do IVA e IRS.
Saturday, June 26, 2010
Já se esperava II
Thursday, June 24, 2010
Medicamentos: o grande bolo V
Tuesday, June 22, 2010
Já se esperava
Sunday, June 20, 2010
Cuidados primários: agravamentos esperados
Wednesday, June 16, 2010
Tuesday, June 15, 2010
INEM: finalmente detalhes da debacle
Sunday, June 13, 2010
Thursday, June 10, 2010
Poupar no farelo e estragar na farinha
- Na sequência das medidas avançadas pelo Governo para reduzir a despesa, a DGS implementou um “conjunto de regras e boas práticas”, uma das quais se refere às deslocações em serviço que só serão autorizadas se forem consideradas “absolutamente necessárias”.
- Segundo as novas regras, as chamadas telefónicas devem ser realizadas no menor tempo possível, “privilegiando-se a ligação para números de rede fixa em detrimento de números móveis”.
- “Deve ser dado especial cuidado ao gasto excessivo de material de higiene (água, toalhetes, papel e sabonete)” e “cada trabalhador deve zelar pela poupança energética, desligando as luzes e equipamentos de climatização à hora do almoço e, no final do dia, desligando o computador, o monitor, o equipamento de climatização e as luzes do gabinete”.
- Para racionalizar os custos, a DGS decidiu que a impressão de textos e outros documentos apenas deve ser realizada quando estritamente necessária e a impressão a cores deve ser utilizada a título excecional, assim como o recurso a fotocópias.
- Farmácias estranham disponibilização de remédios gratuitos a todos os utentes, independentemente dos regimes de comparticipação.
- Desde o dia 1 de Junho que o Estado está a comparticipar a 100% mais de mil medicamentos, sejam genéricos ou de marca, e a todas as pessoas, sejam pensionistas de baixos rendimentos, doentes crónicos ou utentes do regime geral. Este benefício tem abrangido todos os utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS) que adquiram um remédio numa farmácia com a devida receita médica.
- A medida gerou alguma confusão nas farmácias, que estranharam a dispensa, em apenas oito dias, de uma grande quantidade de medicamentos gratuitos e a pessoas que geralmente não beneficiariam de comparticipações a 100%. 'Do que me recordo, o diploma do Governo falava em comparticipações a 100% apenas para os pensionistas de menores recursos e para os cinco remédios com preço de venda ao público mais baixos', refere o técnico de uma das farmácias visitadas pelo CM, acrescentando que essa medida já está a funcionar.
- 'A sinvastantina 20-60 da Ratiopharm [genérico], que era gratuita para os idosos, passou a custar-lhes 7,40 euros', disse. O que estranhou foi nos antibióticos para o regime geral: 'O Clavamox DT 16, que é de marca, e o seu genérico da Mylan eram mais baratos para quem trazia a receita médica, mas agora são gratuitos e o mesmo aconteceu com o omeprazol'.
Wednesday, June 09, 2010
Europa ameaça SNS
- A União Europeia aprovou ontem um documento que permite a um cidadão dos 27 tratar-se em qualquer Estado membro, sendo reembolsado pelo país de origem. Apesar de haver algumas excepções, o documento que aprova a livre circulação de doentes pode colocar em risco a sustentabilidade financeira do Serviço Nacional de Saúde e reduzir a qualidade dos cuidados prestados aos doentes portugueses.
- A directiva determina que os doentes que optem pelo tratamento em outros países possam ser acolhidos em unidades privadas, tendo estas de fazer parte da rede europeia que integrará o acordo. A situação desagrada à tutela. O documento prevê ainda a possibilidade de os Estados autorizarem ou recusarem certos actos previamente, como os que exigem internamentos, grande especialização nos cuidados ou que impliquem risco elevado para o doente.
Quem assume a direcção do desgovernado SNS defende-se sem qualquer convicção:
- O secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro, encara "este documento com preocupação, porque aplica as regras de mercado à saúde. O Estado assume o acesso aos cuidados de forma equitativa e universal e isto pode distorcer a oferta e a procura", refere.
- "Isto cria obviamente maiores desigualdades em Portugal porque quem tem acesso a fazer esta opção obviamente são as pessoas mais esclarecidas e as que têm um maior poder económico", sublinhou Ana Jorge.
- Para o professor Constantino Sakellarides, "quem vai beneficiar com isto são os países que estão melhor financeiramente e que têm melhor oferta nos cuidados de saúde. E os mais débeis é que vão financiar os mais fortes".
Mas afinal, não ouvíamos dizer há uns anos que o SNS era um dos melhores do mundo? Já não é? O que mudou, então? Diz-se muitas vezes que o serviço de saúde dos EUA é muito caro, ineficiente e não cobre toda a população. O SNS era acessível a todos e estava bem cotado!
A Europa que tem sido o suporte financeiro e económico de Portugal desde 1986, agora é acusada de ameaçar o SNS. Ao que chega a incompetência. A culpa é sempre dos outros. Nós somos sempre muito bons.
Não. A verdade é como o azeite, vem sempre ao de cima.
Férias médicas
- No período das 09:00 às 24:00, a urgência pediátrica será assegurada pelas três Unidades Hospitalares da Península: Hospital Garcia de Orta, Centro Hospitalar Barreiro-Montijo e Centro Hospitalar de Setúbal.
- No período das 0h00 às 9h00, todos os dias da semana, a Urgência Pediátrica será garantida exclusivamente pelo Hospital Garcia de Orta que prestará os cuidados de saúde à população da Península de Setúbal.
Ou seja, numa das mais densas regiões do país, e durante 3 meses, vai haver um único hospital a funcionar durante 9 horas do dia!
Não é isto uma forma encapotada de "fecho do SNS"? É claro que é. Não é ainda o fecho total. O SNS vai sendo fechado por fases. Só que as fases vão sendo cada vez mais curtas e rápidas! Seria bom, é que estes encerramentos faseados do SNS resultassem em reduções de impostos. Mas, nem isso. Eles comem tudo, e não deixam nada.
Sunday, June 06, 2010
Breast cancer research
An Indian oncologist is among three experts in the U.K. who have achieved a breakthrough in the treatment of breast cancer after a 10-year trial that demonstrates that a single dose of radiation during surgery is just as effective as a prolonged course of radiotherapy.Thursday, June 03, 2010
A grande festa
- O Tribunal de Contas (TC) fez uma auditoria ao Serviço de Utilização Comum dos Hospitais (SUCH) cujas conclusões são arrasadoras para esta entidade.
- Num relato ainda em fase de contraditório, os auditores notam que as remunerações pagas aos membros do conselho de administração aumentaram "50,2 por cento entre 2006-2008" (mais de 1,3 milhões de euros) face ao triénio anterior e que três directores comerciais receberam prémios no valor de 129.750 euros porque alcançaram objectivos de cobrança de dívida.
- foram atribuídas 25 viaturas a membros do conselho de de administração e colaboradores "para fins não exclusivamente profissionais" e questionam o facto de os abonos de despesas de representação estarem incluídos nas remunerações mensais e, como tal, serem pagos 14 vezes por ano.
- "O SUCH não tem contribuído para o funcionamento eficiente dos seus associados maioritariamente públicos e, consequentemente, para a sustentabilidade do SNS, designadamente por apresentar custos de estruturas injustificados face às restrições orçamentais impostas aos associados".
- As adjudicações "nem sempre se basearam em critérios de eficiência, mas sim na possibilidade de adjudicação sem concurso prévio", acrescentam os auditores, que destacam a existência de contratos públicos efectuados por entidades privadas.
- o crédito bancário da associação ascendia em 2009 a 33,2 milhões de euros e os resultados líquidos negativos atingiram os 5 milhões de euros. "A criação dos serviços partilhados conduziu a associação a uma situação financeira crítica que contrasta com a situação globalmente equilibrada" verificada em 2005 (a actual administração entrou em 2006).
De facto, razão têm os "especuladores financeiros" (os tais que têm a dívida pública portuguesa) em exigir cada vez mais juros à República. Esta gente, que supostamente deveria defender o interesse público, são autênticos devotos do capital (se calhar, em vez de trabalharem no SUCH, deveriam trabalhar num qualquer off-shore ou hedge fund, onde estariam mais bem enquadrados). Contudo, estão nestes lugares há tempo suficiente, para que a chamada "tutela" tivesse já percebido o que lá se passava.



