Sunday, November 24, 2013
Tontices
Wednesday, May 23, 2012
SNS gratuito para estrangeiros
Monday, December 06, 2010
Mais vale tarde do que nunca
Thursday, June 10, 2010
Poupar no farelo e estragar na farinha
- Na sequência das medidas avançadas pelo Governo para reduzir a despesa, a DGS implementou um “conjunto de regras e boas práticas”, uma das quais se refere às deslocações em serviço que só serão autorizadas se forem consideradas “absolutamente necessárias”.
- Segundo as novas regras, as chamadas telefónicas devem ser realizadas no menor tempo possível, “privilegiando-se a ligação para números de rede fixa em detrimento de números móveis”.
- “Deve ser dado especial cuidado ao gasto excessivo de material de higiene (água, toalhetes, papel e sabonete)” e “cada trabalhador deve zelar pela poupança energética, desligando as luzes e equipamentos de climatização à hora do almoço e, no final do dia, desligando o computador, o monitor, o equipamento de climatização e as luzes do gabinete”.
- Para racionalizar os custos, a DGS decidiu que a impressão de textos e outros documentos apenas deve ser realizada quando estritamente necessária e a impressão a cores deve ser utilizada a título excecional, assim como o recurso a fotocópias.
- Farmácias estranham disponibilização de remédios gratuitos a todos os utentes, independentemente dos regimes de comparticipação.
- Desde o dia 1 de Junho que o Estado está a comparticipar a 100% mais de mil medicamentos, sejam genéricos ou de marca, e a todas as pessoas, sejam pensionistas de baixos rendimentos, doentes crónicos ou utentes do regime geral. Este benefício tem abrangido todos os utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS) que adquiram um remédio numa farmácia com a devida receita médica.
- A medida gerou alguma confusão nas farmácias, que estranharam a dispensa, em apenas oito dias, de uma grande quantidade de medicamentos gratuitos e a pessoas que geralmente não beneficiariam de comparticipações a 100%. 'Do que me recordo, o diploma do Governo falava em comparticipações a 100% apenas para os pensionistas de menores recursos e para os cinco remédios com preço de venda ao público mais baixos', refere o técnico de uma das farmácias visitadas pelo CM, acrescentando que essa medida já está a funcionar.
- 'A sinvastantina 20-60 da Ratiopharm [genérico], que era gratuita para os idosos, passou a custar-lhes 7,40 euros', disse. O que estranhou foi nos antibióticos para o regime geral: 'O Clavamox DT 16, que é de marca, e o seu genérico da Mylan eram mais baratos para quem trazia a receita médica, mas agora são gratuitos e o mesmo aconteceu com o omeprazol'.
Monday, August 17, 2009
Conspiração ou Tamiflu?
Friday, January 02, 2009
Vitória contra o tabaco
Sunday, December 28, 2008
A gestão do caos
Todos os sectores têm situações críticas. Todos os sectores sofrem com a falta de clientes ou com o seu excesso. É normal. Contudo, na moderna gestão das organizações, convém tentar arranjar alguma forma de evitar a falta de clientes ou o seu excesso.A saúde não é excepção. Mas, pelo menos, de falta de clientes, o sector da saúde não se queixa. Tudo isto, a propósito disto: Sexta-feira, registaram-se 37 mil episódios de urgência (17 mil em hospitais e 20 mil em centros de saúde), um afluência quase duas vezes superior ao normal, e ontem 20 mil pessoas acorreram aos serviços públicos de saúde (13 mil em hospitais e 17 mil em centros de saúde).
E disto: Mariana Martins esteve 25 horas à espera que o seu marido fosse atendido. Chegou às urgências do Hospital Amadora-Sintra às 10.00 de sexta-feira e só às 11.00 de ontem foi visto pelo médico. "O meu marido estava com falta de ar, só há duas horas [às 11.00] é que foi atendido e vai ficar internado", conta ao DN Mariana Martins, depois de uma noite passada no banco da sala de espera do hospital.
Mas, parece que tudo se foi resolvendo: Estamos a acompanhar a situação de perto e a comunicá-la à ministra da Saúde. Por detrás desta afluência está ainda uma epidemia de gripe moderada. Mas esperamos que as pessoas percebam que uma gripe não é uma doença grave e que não devem ir às urgências.
Monday, May 12, 2008
O SNS em fatias
Monday, March 24, 2008
Prós e Contras
- O director-geral de Saúde assinalou a tendência de descida que se está a verificar na incidência da tuberculose em Portugal. Em declarações à TSF, Francisco George revelou que se verificou uma descida de 14 por cento nos casos desta doença em portugal em relação a 2006.
- Os dados da Direcção-Geral da Saúde (DGS) indicam que, de um total de 12.767 mortos por “sinais, sintomas e afecções mal definidas”, ou seja, por causa desconhecida, apenas 6802 foram autopsiados.
Wednesday, February 20, 2008
O fumo dos carros e o fumo do tabaco
- "In rapidly modernising regions, environmental regulations are frequently avoided in the interest of improving economic growth," said Matt Campen, of the Lovelace Respiratory Research Institute in Albuquerque, New Mexico. "Thus, the global cardiovascular health burden from air pollution is likely to escalate dramatically over the coming decades."
- PAHs are produced when substances such as coal, tobacco, or wood are burned, and many of the larger types are carcinogenic. The smallest PAH molecules have normally been ignored but Incardona's research shows these chemicals, found in oil, are toxic to the developing hearts of zebrafish, a standard model for the effects of chemicals on human hearts.
Pronto, a DGS e a ASAE não vão permitir a circulação automóvel e a utilização de lareiras!
Friday, September 28, 2007
Tomar a vacina ou beber um copo de água!
Sunday, September 23, 2007
Sunday, August 19, 2007
Tuberculose em Portugal, no Século XXI
- Com uma taxa de 260 casos por cem mil, o HSJ ressente-se do facto de estar inserido no distrito português com mais casos de tuberculose no país, 45,4 por cem mil habitantes, contra 29,4 para todo o país.
- Ora, se o distrito do Porto tinha uma incidência de 45,4 no ano passado, os funcionários hospitalares deveriam revelar uma taxa de 68. Mas atingiram os 260 por cem mil.
- A tuberculose entre profissionais de saúde apresenta uma taxa de 11 por cem mil na Escócia, 45 em Portugal e 400 em Hong Kong. O que coloca o HSJ perto dos níveis asiáticos, sobretudo se atentarmos nos números de 2005, ano em que ocorreu um surto no serviço de otorrinolaringologia a taxa de incidência chegou aos 420 casos por cem mil!
- Em 4172 pessoas rastreadas (num universo de 5100 funcionários cuja rotação dificulta a avaliação a 100%), 1694 revelaram prova positiva de tuberculina. Ou seja, em algum momento da vida, 40% dos profissionais do HSJ contactaram com o bacilo, fosse por infecção assintomática, fosse por já ter tido tuberculose activa, fosse por ter recebido a vacina do BCG recentemente (que faz com que fiquem traços do bacilo no organismo durante cinco a dez anos).
A situação é muito grave, mas para um Alto Funcionário da Direcção Geral de Saúde, parece que a situação é comezinha: O número não é visto por Torres da Costa (Coordenador do Programa Nacional de Luta Contra a Tuberculose) como assustador desses, apenas 12 apresentam risco significativo de ter tuberculose activa, por terem sido infectados há menos de dois anos.
Coitados dos portugueses, que caiem nas mãos de Altos Funcionários, como este.
Friday, August 17, 2007
Direcção Geral de Saúde?
Wednesday, April 11, 2007
Evoluções da saúde em Portugal
Tuesday, March 13, 2007
Causas de Morte
Este facto é absolutamente inacreditável, por duas razões:
- O tratamento da informação é vital para melhoria futura da qualidade dos cuidados de saúde, não se compreendendo o desleixo com que a tarefa é encarada.
- Quem preenche tais "requisitos" é altamente qualificado, pelo que não se compreende o desinteresse e a incompreensão pelo cumprimento de tal tarefa.
Tudo isto a propósito disto: Os ministérios da Saúde e da Justiça vão criar um sistema para apurar as causas da morte em Portugal e perceber porque é que há mais óbitos no Inverno, cerca de 13 mil, contra 8 mil nos meses de Verão.
Num país, em que se fala e promove o "Plano tecnológico", nem acreditamos ao ler isto: «Temos um sistema reconhecidamente difícil e estamos, neste momento, a trabalhar com os serviços que dependem do ministério da Justiça, para mudar o sistema de registo de óbitos no nosso país», anunciou Francisco George. E mais isto: A Direcção-geral de Saúde vai assim passar a receber informações da Conservatórias do Registo Civil, «muito provavelmente» CDs e DVDs com imagens dos «próprios certificados de óbitos», adiantou.
As pessoas que estão à frente dos Organismos do Estado, ao mais alto nível, ainda não perceberam (jamais perceberão), o que são sistemas de informação.
Triste, muito triste!
