Sunday, October 20, 2013
Razões da falência anunciada
Friday, September 14, 2012
Lágrimas de crocodilo
Friday, August 31, 2012
Crónica de uma morte anunciada
Tuesday, December 20, 2011
Farmaceuticos de toda a Ibéria, uni-vos!
Tuesday, December 06, 2011
A evidente incapacidade de gestão
Sunday, September 04, 2011
Os fenómenos portugueses II
Sunday, July 03, 2011
Regozijo? Nem por isso.
- Ser proprietário de uma farmácia, não significava ter risco.
- Era dinheiro em caixa.
- Qualquer farmácia dava, pelo menos, algum lucro.
- Algumas farmácias facturavam mais do que muitas empresas médias em Portugal.
- Os lucros eram garantidos por Lei.
- A concorrência não aumentava porque, não se pode abrir farmácias, como se abrem restaurantes ou papelarias.
- A ANF conseguiu fazer um acordo com o principal pagador das farmácias, o Estado, em que se ultrapassava o habitual risco de crédito a clientes.
- Para alguns, o cenário é dramático. Para outros, de sobrevivência; e só alguns conseguem respirar de alívio. A prová-lo estão os últimos dados da associação do sector, que revelam: 1056 farmácias estão no "limiar da sobrevivência".
- Quem, há dez anos, quisesse entrar no mundo das farmácias tinha duas opções: lutar por um alvará que permitisse a abertura de uma nova farmácia - respeitando as regras para estas situações - ou arranjar uma quantidade astronómica de dinheiro para comprar o alvará de uma que já estivesse em funcionamento.
- No entanto, nos últimos anos, o panorama mudou drasticamente, e quer seja por causa da crise, das alterações na legislação ou simplesmente por má gestão por parte dos responsáveis pelas oficinas farmacêuticas existentes, a verdade é que hoje comprar uma farmácia já não é tão caro como construir um estádio de futebol. Aliás, o DN soube que há mesmo casos de farmácias que são vendidas pelo preço simbólico de um euro.
Wednesday, February 23, 2011
A racionalidade dos mercados
Wednesday, November 03, 2010
Quem não tem dinheiro, não tem vícios
- Há farmácias que estão já a recusar-se a adiantar a comparticipação de medicamentos a beneficiários da ADSE, como resposta à rejeição de facturas por parte deste subsistema de saúde dos trabalhadores do Estado.
- As farmácias portuguesas denunciaram no final do mês passado que a ADSE começou a recusar receber a facturação relativa ao adiantamento, por parte das farmácias, da comparticipação de medicamentos aos trabalhadores do Estado.
- "Ou pagava sem comparticipação ou teria de ir ao Centro de Saúde para me passarem uma nova receita com cartão de utente. Foram estas as opções que me deram. Optei por ir a outra farmácia e consegui aviar a receita", relatou este funcionário público, que preferiu não ser identificado.
Thursday, September 02, 2010
Finalmente uma medida correcta
Friday, August 27, 2010
Para que servem os Reguladores?
Friday, August 20, 2010
O fim da árvore das patacas?
- No primeiro semestre deste ano, o número de farmácias com fornecimentos suspensos aumentou 47%.
- Segundo dados da ANF, em Junho deste ano, 375 farmácias estavam com os fornecimentos suspensos, mais 47% do que em Dezembro do ano passado (255)
- No mesmo período, entre Dezembro de 2009 e Junho de 2010, o número de processos judiciais em curso para a regularização de dívidas das farmácias aumentou de 121 para 168, o que significa um aumento de 39%.
- Já o número de farmácias com acordos de regularização de dívidas aumentou 178%, passando de 179 para 497.
- João Silveira referiu que, (...) «Isto é um rescaldo da baixa de margens a funcionar durante três, quatro anos, na sequência da decisão do Governo anterior. Por outro lado, também tem que ver muito com a quebra dos preços dos medicamentos, que foram sucessivas, e agora mais recentemente com a quebra drástica em relação aos medicamentos genéricos, que começam a ter uma quota de mercado importante».
O que aquele Senhor da ANF não diz, é que as farmácias de oficina têm uma margem de lucro garantida, através de Decreto - Lei, de 20%. Tomara todos os negócios terem essa vantagem.
Sunday, May 02, 2010
A farmácia visa sobretudo o lucro
Friday, December 11, 2009
As farmácias, os médicos e os tribunais
- o médico Belarmino Mendes canalizava o aviamento das receitas que emitia para a farmácia da mulher, Maria Fernanda Mendes
- o tribunal considerou provado que as receitas do médico eram uma das fontes de rendimento da farmácia
- Os magistrados deram ainda como provado que o médico «sugeria» que as receitas fossem aviadas na referida farmácia, mas não tinha «o hábito de aliciar os utentes a deixarem as receitas na sua posse ou na sua viatura».
- Quando as aceitava era «por razões humanitárias ou de favor», o que não constitui qualquer ilícito, refere ainda o acórdão.
- Tribunal Judicial de Leiria absolveu esta quarta-feira um médico de Leiria e a mulher, directora técnica de uma farmácia de Pombal, num caso de alegada burla com receitas.
Comentários? Para quê?
Sunday, October 04, 2009
la objeción para no vender la píldora abortiva
La primera semana de libre dispensación de la píldora postcoital, también conocida como «del día después», en las farmacias se ha desarrollado entre la falta de información oficial a los usuarios y con las primeras adhesiones a la objeción de conciencia por parte de algunas boticas cordobesas.Tuesday, June 23, 2009
O fim da farmácia tradicional nos EUA
Wednesday, December 17, 2008
União Europeia: a propriedade da farmácia
- Efforts by some of Europe’s biggest retail chains to overturn ownership restrictions on pharmacies in European Union countries including Germany, France, Italy and Spain were frustrated in Europe’s top court on Tuesday.
- A surprise preliminary legal opinion in two test cases found European law does allow EU member states to put curbs on who may own and operate pharmacies. The conclusion could seriously hamper expansion plans for a number of companies.
- A senior legal adviser at the Luxembourg-based European Court of Justice said restrictions – for example, requiring owners to be qualified pharmacists – were justified because of the need to “protect public health”.
No entanto, esta "guerra" não terminou:
- Advocate-generals’ opinions are not binding on the full court at the ECJ, which must still rule on the matter. But they are upheld in about 80 per cent of cases.
- If the court does take the same view, it will be a serious setback for retailers including Germany’s Celesio and Britain’s Alliance Boots and supermarket chains such as France’s Carrefour, known to be keen to expand into pharmacy.
Friday, October 03, 2008
Corporações
- A Ordem dos Enfermeiros está contra a administração de vacinas nas farmácias por esta ser efectuada por farmacêuticos e não por enfermeiros. A posição foi tomada ontem, primeiro dia em que as farmácias passaram a administrar a vacina contra a gripe. A adesão da população superou as expectativas.
- a bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Augusta Sousa, diz que só os enfermeiros e médicos têm conhecimento e treino necessários a cumprir o acto em segurança. 'Entendemos que a vacinação é objectivamente uma intervenção que vai muito para além de vacinar. Pode implicar eventuais complicações e a nossa preocupação vai para a segurança dos cidadãos.'
Do outro lado, a outra corporação:
- A bastonária da Ordem dos Farmacêuticos, Elisabete Faria, contudo, não aceita as críticas. 'Administrar vacinas é uma competência delegada pelo Governo há mais de um ano, com a qual os farmacêuticos estão a ser colaborantes no maior acesso do cidadão ao tratamento. Os farmacêuticos têm formação contínua e estão aptos a prestar mais esse serviço.'
Bem, se o Governo autorizou o novo modelo de vacinação, é porque deve ter analisado e cuidado bem da sua decisão. Nós não percebemos do assunto, mas temos a experiência dura, de ter realizado análises ao sangue, efectuadas por enfermeiras e ficarmos molestados, com manchas posteriores de sangue nos braços. Incompetentes, há-os em todas as profissões!
Tuesday, July 08, 2008
O mercado comum de saúde
- el proyecto de directiva no incorpora a la farmacia entre los servicios sanitarios.
- El secretario general de Sanidad, José Martínez Olmos, había puesto sus esperanzas en la inclusión de la Farmacia en la directiva como un paso en defensa del modelo español cuestionado por la CE, ya que, de ser incluida como servicio sanitario y, por lo tanto, ser competencia de la legislación de los Estados miembro, hubiera quedado blindada ante los intentos de liberalización que lidera el comisario Charlie McCreevy.
- "La directiva -dice Martínez Olmos- no contempla aspectos como los criterios de calidad de los servicios sanitarios en Europa, ni aborda la determinación de centros, servicios y unidades de referencia para el conjunto de la UE, ni tiene un planteamiento común en materia de prestación farmacéutica o en materia de seguridad de pacientes, ni la consideración de los servicios y no sólo los desafíos de movilidad de pacientes".
- Para Martínez Olmos se trata de "una directiva centrada más en pacientes que en servicios sanitarios".
De facto, a União Europeia procurou sempre, e em primeiro lugar, uma liberalização de pessoas. Depois, vêm os negócios.
Thursday, June 19, 2008
Estranho!
Fonte: aqui.- "Arriscamos". Ouvida pelo JN, a responsável de um centro de preparação para o parto e de massagens para bebés que disponibiliza o Infacol aos pais que a procuram garante que continua a ter o medicamento. E insiste, ao contrário do que diz o Infarmed, que é "mais seguro e mais eficaz" do que a alternativa que existe no mercado português, o Aero-Om.
- "Falo por experiência: o Aero-Om tem a mesma substância activa de base do Infacol, mas não funciona, porque ninguém respeita a posologia de administração e ele perde eficácia". A massagista culpa os próprios hospitais: "Ainda hoje visitei um recém-nascido num hospital privado. Tinham posto uma garrafinha de Aero-Om na mesinha de cabeceira, sem explicar nada". Sem dizer, por exemplo, que o uso não pode ser banalizado e que o líquido "não deve ser posto na chupeta quando os bebés choram", que se calam pelo facto de ser doce e saboroso.
- A responsável sabe que incorre na ilegalidade ao vender o produto, mas garante ser legal a compra pela Internet. Diz que vende o Infacol para "ajudar pais desesperados" e não para lucrar com isso. Vende cada frasco a dez euros. "Na farmácia de Gaia que o disponibilizava era mais caro 50 cêntimos e há particulares na Internet a vender por nove euros".
Questões nossas:
- Porque não a liberalização total da abertura de farmácias, já que a Internet está ao dispor de qualquer um de nós?

