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Wednesday, December 17, 2008

União Europeia: a propriedade da farmácia

O negócio do retalho farmacêutico foi quase sempre bom. E foi quase sempre exclusivo dos próprios farmacêuticos. No entanto, como o negócio é bom, as multinacionais do retalho querem esta fatia apetecível. Só que o Tribunal Europeu impede que as redes de distribuição pan-europeias consigam actuar em toda a União Europeia.

  • Efforts by some of Europe’s biggest retail chains to overturn ownership restrictions on pharmacies in European Union countries including Germany, France, Italy and Spain were frustrated in Europe’s top court on Tuesday.
  • A surprise preliminary legal opinion in two test cases found European law does allow EU member states to put curbs on who may own and operate pharmacies. The conclusion could seriously hamper expansion plans for a number of companies.
  • A senior legal adviser at the Luxembourg-based European Court of Justice said restrictions – for example, requiring owners to be qualified pharmacists – were justified because of the need to “protect public health”.

No entanto, esta "guerra" não terminou:

  • Advocate-generals’ opinions are not binding on the full court at the ECJ, which must still rule on the matter. But they are upheld in about 80 per cent of cases.
  • If the court does take the same view, it will be a serious setback for retailers including Germany’s Celesio and Britain’s Alliance Boots and supermarket chains such as France’s Carrefour, known to be keen to expand into pharmacy.

Friday, October 24, 2008

Obesidade: o outro lado!


Fonte: aqui.

O medicamento contra a obesidade Acomplia, do laboratório francês Sanofi-Aventis, teve a venda proibida em 18 países da União Européia (UE) que o distribuíam, porque pode causar depressão e idéias suicidas.

Tuesday, September 25, 2007

Europa: a mudança social e cultural

Por aqui, só abordamos temas relacionados com a saúde e com o consumidor de serviços de saúde. Contudo, há aspectos que não sendo exclusivamente de saúde, nos interessam. Vejamos este panorama preocupante:

Definitivamente, esta atitude diz muito da deriva social e cultural da Europa e em particular da União Europeia. A Europa, históricamente, foi emigrante, enviou hordas de gerações por esse mundo fora, muitas vezes com intuitos pouco dignificantes. Agora, a "fortaleza europeia" parece querer rejeitar pessoas que apenas procuram comer melhor, ter direito a um pouco mais de conforto e de dignidade. Perante isto, a Europa fecha-se!

Este é um caminho perigoso:

  • esta situação acontece por três razões: desconhecem os seus direitos (33%), porque os profissionais lhes recusam esse direito (10%) ou simplesmente porque têm medo.
  • «Os ilegais desconhecem que podem recorrer a um centro de saúde ou a um hospital e que ninguém os vai denunciar. Mas os serviços de saúde e sociais também desconhecem as leis e recusam-se a prestar os cuidados ou criam barreiras, exigindo papéis que não são necessários. E, às vezes, têm atitudes incorrectas e discriminatórias».
  • Entre os 835 entrevistados (do estudo), há quem resida no País há 24 anos, embora a média de permanência seja de dez anos.

Há qualquer coisa a correr mal na União Europeia! Ou a Europa já se esqueceu dos milhões de pessoas que tiveram que sair, no passado, para adquirir uma vida mais digna?