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Thursday, July 15, 2010

Más práticas médicas

Your doctor could be drunk, addicted to drugs or outright incompetent, but other physicians may not blow the whistle. A new survey finds that many American physicians fail to report troubled colleagues to authorities, believing that someone else will take care of it, that nothing will happen if they act or that they could be targeted for retribution.

A surprising 17 percent of the doctors surveyed had direct, personal knowledge of an impaired or incompetent physician in their workplaces, said the study's lead author, Catherine DesRoches of Harvard Medical School. One-third of those doctors had not reported the matter to authorities such as hospital officials or state medical boards. The findings, appearing in Wednesday's Journal of the American Medical Association, are based on a 2009 survey of 1,891 practicing U.S. doctors. Reporting a problem doctor can trigger important changes. Twenty-one years ago, a colleague smelled alcohol on a young physician's breath and anonymously reported him to the head of the residency program. A now-sober Dr. A. Clark Gaither is grateful.

Wednesday, February 17, 2010

Tutankhamun died of malaria?

Egypt's King Tut likely died from complications of a broken leg that were exacerbated by malaria and had a club foot, an extensive study of his mummy and family suggests. In Wednesday's issue of the Journal of the American Medical Association, Zahi Hawass, of Cairo's Supreme Council of Antiquities, and his colleagues published their findings based on DNA tests and CT scans of 16 mummies, including of Tutankhamun and his relatives.

Thursday, June 18, 2009

O maior desafio de Obama

O Presidente Obama tem uma capacidade de comunicação única. O Presidente Obama está perante o maior desafio dos EUA, desde a II Grande Guerra: tentar travar o declínio evidente dos EUA.

Uma das fontes de declínio Americano é sem dúvida, a imensa despesa em saúde e um consumismo elevadíssimo. Obama prometeu criar, se fosse Presidente, a chamada "global healthcare coverage". Vai ser tudo, menos fácil.

Vejamos alguns detalhes desta "quadratura do círculo" de Obama:
  • A Associação de Médicos dos Estados Unidos da América terminou hoje a reunião anual, em Chicago, sem definir uma posição sobre a reforma de saúde que o presidente Barack Obama pretende instalar. Os delegados da Associação, a maior do país com 250 mil membros, acordaram hoje apoiar alternativas ao actual sistema de saúde através de uma reforma mas não referiram nenhuma opção concreta.
  • A opinião da Associação de Médicos é fundamental para o êxito ou fracasso da iniciativa de Obama, que pretende iniciar a reforma de saúde ainda este ano e que está a recolher apoios junto da indústria e dos críticos tanto republicanos como democráticos.
  • A Associação, que rejeitou recentemente um plano público que concorria com as seguradoras privadas, comprometeu-se apresentar uma reforma de saúde que garanta a todos os norte-americanos uma cobertura dos serviços sanitários acessível e de qualidade.
  • "A situação é insustentável para as famílias, as empresas e o governo. Os EUA gastam....quase 50 por cento a mais por pessoa do que o segundo país com maior despesa na saúde (...) Mesmo assim, temos cada vez mais cidadãos sem seguro, a qualidade do serviço tem-se deteriorado a população não está mais saudável", afirmou Obama.
  • Obama pretende reduzir as despesas de saúde e alargar a cobertura dos cuidados médicos a 46 milhões de norte-americanos que continuam excluídos (cerca de 15 por cento da população).

Lembramo-nos logo daquele filme "Os Deuses devem estar loucos". E porquê? Porque, se Obama conseguir fazer esta reforma, ficará na História dos EUA ao lado de Roosevelt, Reagan ou Lincoln. De outra forma, vai ficar muito mal visto!

Aguardemos.