Monday, March 23, 2009
Thursday, March 19, 2009
O fim esperado do SNS II
Wednesday, March 18, 2009
Obesidade: mais uma vez!
Tuesday, March 17, 2009
O fim esperado do SNS
Monday, March 16, 2009
A crise financeira atinge os farmacêuticos
brain health awareness
Wednesday, March 11, 2009
As maravilhas da medicina
Fonte: aqui.Tuesday, March 10, 2009
Médicos espanhóis II
Sunday, March 08, 2009
Médicos espanhóis
Thursday, March 05, 2009
Uma cirurgia no supermercado mais próximo
Fonte: aqui.Wednesday, March 04, 2009
As contas dos hospitais e os "fantasmas"
Monday, March 02, 2009
Os Deuses estão loucos!
Sunday, March 01, 2009
Secretary of Health
Fonte: aqui.- Sebelius is a two-term Democratic governor who successfully pushed to expand subsidized health-care for children in her largely Republican state.
- The nomination ended almost a month of uncertainty over who would assist Obama in developing and promoting his health plan. His previous nominee, former Senator Thomas A. Daschle, withdrew after questions were raised about his back payment of taxes.
- Sebelius would also oversee the Food and Drug Administration, which polices the U.S. food supply and approves drugs, and the National Institutes of Health, which holds responsibility for medical research.
- Sebelius previously served as the Kansas insurance commissioner. She was the first commissioner to reject a proposed conversion of a nonprofit Blue Cross Blue Shield into a for-profit company, slowing the pace of such conversions nationally.
- Obama this week presented Congress with a budget that envisions spending $634 billion over 10 years to begin overhauling the health-care system.
- The $634 billion would be a “down payment” on the president’s pledge to make health care affordable and cover the 46 million uninsured. Obama proposed financing it with increased taxes on wealthy Americans and less government money for some drugmakers and health insurers.
Saturday, February 28, 2009
Tabaco: o ataque continua
Fonte: aqui.Thursday, February 26, 2009
A avaliação dos médicos
- Carlos Arroz - secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos - declara-se favorável desde que sejam reconhecidas as especificidades do sector e acrescenta que tem sido o Ministério da Saúde a travar as negociações.
- Mário Jorge Neves - da Federação Nacional dos Médicos - manifesta-se preocupado com a eventual aplicação aos médicos de um modelo de avaliação equivalente ao da restante Administração Pública.
- Particularmente critico dos planos do Governo para a avaliação dos médicos por objectivos declara-se Paulo Mendo. O antigo ministro da Saúde de Cavaco Silva sustenta que o desempenho dos médicos já é fortemente escrutinado e considera que o Governo procura distrair o país dos verdadeiros problemas recorrendo a temas fracturantes.
É difícil que Portugal venha a evoluir no sentido positivo. Nem os profissionais gostam de ser avaliados. Nem o governo sabe avaliar os seus funcionários.
Wednesday, February 25, 2009
Obama e o universal healthcare II
- President Barack Obama will ask Congress to set aside $634 billion over 10 years to help pay for an overhaul of the nation’s health-care system.
- About half the money will come from cost cuts in the Medicare and Medicaid programs and the other half from tax provisions.
- The tax changes would limit deductions for wealthy tax payers.
- “The cost of our health care has weighed down our economy and the conscience of our nation long enough,” Obama told a joint session of Congress.
- Obama has set a goal of reducing the nation’s spending on health care and getting more of the nation’s uninsured covered.
Disse o Poeta, que "o sonho comanda a vida". Contudo, não acreditamos em milagres, sejam de que tipo forem. No país em que se gasta mais em serviços de saúde, o Presidente Obama quer aumentar o nível de serviços aos que não os têm, e simultaneamente reduzir os custos globais de saúde.
A quadratura do círculo!
Tuesday, February 24, 2009
Monday, February 23, 2009
Contabilidade criativa na Saúde
Sunday, February 22, 2009
As aparências iludem
Depois, veio a Ministra Ana Jorge promover o PIO (Programa de Intervenção em Oftalmologia). E os resultados foram estes:
- 83 255 operações realizadas em 2008, mais do que as 56 458 registadas em 2007.
- Governo, que gastou 28 milhões de euros para reduzir, em seis meses, o número de doentes a operar.
Contudo, resta ainda isto:
- Um total de 26 941 portugueses esperava, a 31 de Dezembro de 2008, por uma operação às cataratas.
Se o PIO foi um programa extraordinário e não deve ser encarado como um programa de trabalho normal, o que irá acontecer quando se acabar o PIO?
Para o Senhor Bastonário dos Médicos, a opinião não é igual: Pedro Nunes, garante que há "desvio de recursos" e que a ida dos doentes a Cuba foi "propaganda política".
Dias difíceis, continuarão a esperar os portugueses.
Thursday, February 19, 2009
Partos no sector privado
Wednesday, February 18, 2009
Estudos da Entidade Reguladora da Saúde
- Foram inquiridos 1.031 utentes dos 101 Centros de Saúde (em média, 10,2 por Centro), tendo a selecção dos utentes sido aleatória, desde que o utente cumprisse as seguintes condições: (i) estar no Centro de Saúde com uma consulta médica programada (não urgente), previamente marcada; (ii) ter 15 ou mais anos de idade.
Seleccionar apenas 10 utentes que visitam cada um dos Centros de Saúde, não é um método adequado para depois tirar conclusões de que a acessibilidade dos Centros de Saúde é boa. Até porque, é caso para se perguntar, porque é que as pessoas que não vão aos Centros de Saúde, não têm o direito de ser inquiridas?
Este é mais um estudo que vai branquear muitas situações degradantes e degradadas, em múltiplos Centros de Saúde, por esse Portugal fora.
Só com críticas, não vamos longe. Mas, com branqueamento de situações menos boas, também nunca alcançaremos a desejada melhoria.
Mais adiante, voltaremos á leitura deste "estudo de mercado".
Thursday, February 12, 2009
Portugal Prozac
- Nos últimos cinco anos, houve progressos na prestação de cuidados médicos a crianças e jovens, mas o indicador de saúde mental registou um agravamento.
- «O consumo de ansiolíticos e antidepressivos ou as taxas de suicidio está a agravar-se e temos um consumo exagerado».
Será que são mais preocupantes as razões que conduzem a um suicídio, ou as razões que podem levar um doente terminal a pedir a eutanásia?
Nós temos uma opinião e uma prioridade muito clara.
Wednesday, February 11, 2009
Eutanásia: a última prioridade
Sunday, February 08, 2009
Tratamento oncológico sem auditoria
- Especialistas em oncologia, reunidos na Assembleia-Geral da Sociedade portuguesa de Oncologistas, divulgam Carta de Princípios em que alertam para o “desperdício e a ineficiência” na utilização de recursos na luta contra o cancro em Portugal.
Gastamos globalmente cerca de 10% do PIB em saúde. É demasiado para o nível de resposta obtido. Espanha gasta cerca de 8% do seu PIB, e tem um nível de resposta melhor do que nós.
Contudo, é preciso ter em atenção que o desperdício e a ineficiência dos gastos em saúde dão jeito a muita gente!
Ainda que este alerta dos especialistas de oncologia tenha um outro enfoque:
- Para os autores do documento, "o desperdício dos recursos deve-se à incapacidade e à inexperiência por parte de alguns profissionais face à abordagem diagnóstica e terapêutica dos doentes com vários tipos de tumores".
- Os dados que se dispõe, nomeadamente os dos resultados obtidos em cada região e instituição, são na opinião destes especialistas "escassos e em regra pouco completos e fiáveis".
Ou seja, há pouco nível de controlo de gestão e pouca especialização da oferta de saúde na área oncológica. Nada de surpreendente.
Mas, também há aspectos positivos:
- Enfatizam o alargamento da cobertura em cuidados especializados através da descentralização da prestação de serviços, o incremento da formação dos profissionais e uma melhor organização das instituições.
Aguardemos por melhores dias.
Thursday, February 05, 2009
A ansia de protagonismo de Correia de Campos
- O ex-ministro da Saúde António Correia de Campos admite a existência de «excessos» e até de «fraudes» no sector, classificando-as como «perfeitamente normais».
- «O que o gestor máximo tem de fazer é estar atento e ter mecanismos de intervenção», disse, recordando o sucesso da mediação que fez em 2005 quando, numa cerimónia pública no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, revelou que a nova direcção desta instituição, onde foram registadas fraudes com o aprovisionamento, estava a receber ameaças de morte.
Oh Senhor Professor Correia de Campos, se tem conhecimento de fraudes no sector que tutelou até há um ano, deve denunciá-las, sob pena de parecer ser conivente com elas!
Porque será que a imagem da classe política portuguesa anda pelas ruas da amargura? Apenas e só, porque não têm espírito de serviço público, assim como não se controlam para estarem sempre no púlpito.
Melhores dias virão.
Wednesday, February 04, 2009
Obama e o universal healthcare
Monday, February 02, 2009
Sunday, February 01, 2009
Palavras malditas: negligência médica
- A Inspecção-Geral das Actividades de Saúde movimentou 2388 processos de natureza disciplinar e pré-disciplinar, em 2007.
- Se tivermos em conta que só no livro amarelo o mesmo ano registou 39 652 reclamações (metade direccionadas aos médicos), percebemos a abissal distância entre a sociedade civil e o resultado das suas queixas.
Ou seja, das quase 40.000 reclamações feitas por doentes e familiares, apenas foram levadas a sério pelo IGAS, cerca de 5% das reclamações. As restantes 95% foram para o lixo! Dito isto, valerá a pena reclamar?
Vejamos mais: Em termos práticos, no ano de 2007 aplicaram-se 62 penas disciplinares, a maioria de repreensão escrita (e não dependente de prévio processo disciplinar), dirigidas em 60% aos médicos. Em causa esteve a assiduidade, as deficiências e omissões nos registos clínicos e a assistência médica.
E isto, ainda constrange mais: Mas no mesmo relatório anual de actividades do IGAS não se diz quantos casos de negligência médica foram, de facto, provados. Aliás, palavras como erro e negligência médica praticamente não aparecem. Quando muito, fala-se em "alegada assistência negligente".
Pior é ainda o que se diz aqui: "Há uma diferença grande entre existir negligência e prová-la. Na maioria esmagadora das vezes, não se prova a negligência. É muito difícil", atalha Pedro Nunes, acrescentando que, "numa percentagem muito elevada, há uma relação de igualdade, sendo a voz de um contra a de outro".
Naturalmente que há também um grave problema, de que não se fala neste artigo, que é o facto de os doentes não terem na maioria dos casos, apoio judiciário para se defenderem perante uma classe importante, mas demasiado poderosa, numa sociedade portuguesa ainda com tiques feudais!
Ou seja, há uma grande oportunidade para os jovens advogados começarem a defender os interesses dos doentes fragilizados e mal tratados. É que para o Bastonário da Ordem dos Médicos, negligência é isto: "sendo a negligência a falta de prestação de cuidados".
Nós, que não somos juristas, achamos que a simples falta de prestação de cuidados, não é a única fonte de negligência médica. Negligência médica pode ser o que aqui se escreve: falta de diligência, preguiça, incúria, desmazelo, desleixo.
A informação será a arma dos doentes objecto de negligência médica.
Post Scriptum: não temos nada de especial contra os profissionais médicos, não podendo contudo, classificá-los fora do âmbito dos outros cidadãos.
Thursday, January 29, 2009
Parabéns Senhora Ministra
- "Um dos grandes problemas da saúde em Portugal é organizacional", disse Ana Jorge.
- Na área hospitalar, "tem falhado muito o envolvimento das administrações e dos directores de serviço", disse, considerando que são estes "os grandes responsáveis pelo funcionamento do serviço hospitalar e por envolver os seus profissionais".
- Ana Jorge dá como "exemplo de sucesso" o Programa de Intervenção em Oftalmologia (PIO), através do qual foram realizadas mais de 15 mil cirurgias. A "chave do sucesso foi o envolvimento dos profissionais e, nomeadamente, dos directores dos serviços de oftalmologia", considera Ana Jorge.
- A ministra preconiza mudanças, mas não só ao nível do nome, numa referência à transformação dos hospitais em Sociedades Anónimas (SA) e, mais tarde, em Entidades Públicas Empresariais (EPE).
- Para Ana Jorge, "existem alguns hospitais EPE com os profissionais mobilizados e outros que se esqueceram que precisam dos profissionais" de saúde. "Assim não dá, pois só muda o nome", salientou.
Ora, muito bem, Senhora Ministra. Contudo, a Dra. ana Jorge esquece-se do seguinte:
- As Administrações dos Hospitais EPE são nomeadas pelo Ministério da Saúde. Ou seja, se a Senhora Ministra acha que não sabem gerir bem os recursos que têm a cargo, Ana Jorge deve demiti-los.
- A grande maioria das Administrações dos Hospitais EPE não sabem gerir a autonomia que têm, porque: a) não têm perfil para liderar organizações; b) sabem que são boys políticos e têm medo de arriscar e de decidir.
É pena, Senhora Ministra, que não vá até ao fim, na sua análise.
Wednesday, January 28, 2009
Gripe das aves
Tuesday, January 27, 2009
Sai uma Licenciatura em medicina em 3 anos?
- Por um lado, a duração do internato (estágio de especialidade) passou de 18 meses para 12.
- Por outro, deixou de existir um período de seis meses de preparação para o exame.
Todo este "encurtamento" tem um objectivo: Até Janeiro de 2010 vão estar formados mais 600 médicos de família.
Então, e os argumentos de que a qualidade da medicina obriga a uma não-redução do tempo de formação? Então, o que dirá agora a toda-poderosa Ordem dos Médicos? É que o poder político foi célere para tapar buracos na falta de médicos que dizem haver: esta vaga de médicos resulta de uma alteração feita na lei que diminuiu em um ano o tempo de formação dos clínicos.
Nós continuamos na nossa: não há falta de médicos. Há de facto, alguns médicos a entrar em fase de reforma. Mas, na essência existem demasidos médicos nos hospitais centrais, de Lisboa, Porto e Coimbra. E faltam médicos no Interior Norte, Centro e Sul, e nos centros de saúde.
Por exemplo, como é que se percebe que o Centro Hospitalar de Lisboa Central (Hospital de São José, Hospital dos Capuchos e Hospital de Santa Marta) tenha cerca de 60 oftalmologistas e, até há pouco tempo, o Hospital de Faro tinha apenas 1 (um) oftalmologista?
Virá o tempo em que os médicos terão uma de duas opções: o desemprego ou a emigração. Aliás, como os restantes portugueses!
Sunday, January 25, 2009
Tratamentos do Principe Carlos
Friday, January 23, 2009
Saúde Ibérica
Wednesday, January 21, 2009
Esperança para o cancro do colon
Tuesday, January 20, 2009
Investimentos na saúde em Portugal
Monday, January 19, 2009
Os orçamentos da saúde
- The American hospital is a 19th-century cottage industry in the postmodern world. The problem is not medical or technological.
- The first problem is correcting wasteful and dangerous management practices before extending coverage to more patients. Knowledge exists to transform every hospital in the country to deliver higher quality care and in so doing substantially reduce costs and save lives.
- Extending health care to more people without correcting the antiquated delivery system doesn’t make sense.
- In fact, two large hospitals systems — in Pittsburgh and across the Midwest — cut costs in half and significantly reduced hospital-acquired infections and medical and medication errors.
- This solution of continually improving patient care was based on the Toyota management system. The hospital managements created an environment — without blame — where their employees could learn and practice continual improvement of their processes, systems and themselves in pursuit of “perfect patient care.”
O próximo Presidente dos EUA, Barack Obama, prometeu uma cobertura de saúde alargada, tendo em vista dar mais saúde àqueles que não têm dinheiro para comprar uma apólice de seguro de saúde. Mas, como se diz acima, se alargar a cobertura de saúde, sem racionalizar custos, vai apenas transformar um grande problema, na falência do Estado Americano!
Sunday, January 18, 2009
Exemplos das Ilhas
- O Centro de Hemodiálise do Hospital do Santo Espírito de Angra do Heroísmo (Ilha Terceira) tratou 350 doentes nos últimos vinte e cinco anos dos quais 62 foram transplantados.
- Teresa Azevedo, directora do Centro de Hemodiálise do Hospital de Angra do Heroísmo, adiantou que os serviços acompanham ainda em observação mais meio milhar de doentes
- Antes da fundação destes serviços, os doentes açorianos optavam por mudar de residência para o continente português ainda que alguns "sabendo que corriam risco de vida permanecessem nas ilhas".
- Teresa Azevedo disse à Agência Lusa que, para além da doença, o grande problema dos doentes de outras ilhas "é o facto de se encontrarem fora do seu ambiente familiar".
- Foi por isso adoptado o tratamento de "Diálise Peritoneal", que pode ser feito na residência de cada paciente, reduzindo-se a deslocação dos doentes ao centro a um dia por mês.
Parabéns ao Hospital de Angra do Heroísmo, ao Centro de Hemodiálise e à sua Directora. São precisos mais bons exemplos.
Friday, January 16, 2009
Aumento das taxas moderadoras
Thursday, January 15, 2009
Unidade de radioterapia na Madeira
- Os cerca de 250 doentes oncológicos na Madeira que anualmente se tinham de deslocar ao continente para tratamentos passarão a ser assistidos na unidade de radioterapia que vai entrar em funcionamento em Fevereiro no Funchal.
- O governante, Francisco Jardim Ramos, salientou tratar-se de uma clínica privada que se candidatou num concurso internacional, a Quadrante, que tem várias unidades de prestação de serviços nesta área, em Lisboa, Porto e Faro.
- "Temos enviado uma média de 250 doentes oncológicos por ano ao continente. Esta é já uma doença com muita carga de sofrimento, que traz mais penosidade pelo facto das pessoas terem de sair da região, pelo que o objectivo deste projecto é dar-lhes mais conforto e amenizar a situação", destacou.
Não queremos imaginar o sofrimento de um doente oncológico. Mas, queremos antes, imaginar que há muitas outras doenças dolorosas e mais raras, mas que não têm qualquer apoio, dado que os recursos são escassos!
Será que 250 doentes justificam a instalação de uma unidade de radioterapia? Temos muitas dúvidas.
Wednesday, January 14, 2009
Erros na saúde?
Tuesday, January 13, 2009
Michelle Obama
Fonte: aqui.Sunday, January 11, 2009
Hospital de Faro: outra vez!

- Num dos dias mais frios do ano, há pacientes que têm de esperar sentados à mercê do clima, por uma consulta de Ortopedia. Aquecedores ficaram sem gás.
- Só no dia de hoje, mais de uma dezena de pessoas encontravam-se no exterior do edifício do Hospital Central de Faro, onde se encontra montada uma enorme tenda amarela, para tentar proteger os utentes da chuva e do vento.
- “Isto é uma situação que se arrasta para aí há um ano e meio”, garante Eduardo Rocheta, outro dos utentes à espera de consulta. “Só hoje já houve duas pessoas a pedir o livro de reclamações por causa das más condições de espera”.
- Caso caricato, é que houve até mesmo um utente que estacionou debaixo da tenda, num lugar de acesso exclusivo às ambulâncias, para que a mulher que tem doenças dos ossos, pudesse ficar à espera sem ser ao relento.
Triste e caricato, de facto. E acontece alguma coisa ao poder responsável pelo Hospital de Faro?
Saturday, January 10, 2009
Gardasil
Wednesday, January 07, 2009
Império fiscal
Tuesday, January 06, 2009
Efeito boomerang
- o presidente do Conselho de Administração do Hospital de São João anunciou que esta unidade de saúde vai adoptar este ano uma política de incentivos aos profissionais, monitorizando a sua produção e respectiva qualidade através de sistemas informáticos.
- António Ferreira explicou que a monitorização em tempo real acontecerá através de sistemas informáticos, que substituem o 'papel' até agora utilizado mas sem recurso a quaisquer câmaras de vigilância.
Mas, já não concordamos com isto:
- Actualmente, o hospital atribui subsídio de assiduidade a trabalhadores que estejam ao abrigo da lei geral.
E porque é que não concordamos? Apenas por isto: não será suposto os funcionários receberem um salário por contrapartida de um determinado serviço, com o respectivo horário de trabalho? Então, para que é que se incentiva quem cumpre o horário de trabalho? Nós achamos, que quem não cumpre o horário, deve ser penalisado. Se não, o crime compensa!
Sunday, January 04, 2009
Grave, muito grave
- Neste hospital, temos dois grandes grupos: os profissionais da Função Pública e os que agora fazem contrato individual de trabalho. A taxa de absentismo na Função Pública, em termos brutos, é da ordem dos 14 a 16%. Nos contratos individuais de trabalho não ultrapassa um por cento.
- E é preciso que se desmistifique a ideia de que só acontece com os médicos. Temos profissionais que faltam 59 dias, vêm trabalhar dois ou três e faltam mais 59, com base em atestados.
- Isto é estratégico. Como se resolve isto? No respeito por todos os direitos legais, com a publicação das listas de ausências. Isto nos locais de funcionários do hospital, não para doentes ou visitas. E há outra coisa, o pontómetro (para picar o ponto) não diz o que estão a fazer no hospital. O que produziram? Os médicos deram consultas? Viram doentes?
Antes de mais, comentários nossos:
- Portugal continua a ser o paraíso de alguns e a miséria para a maioria.
- O sistema laboral, apesar de aparentemente rígido, ainda só funciona para uma grande minoria.
- O controlo de gestão em Portugal, ainda passa apenas pelo "pica ponto". O que, segundo se vê pelo caso do Hospital de São João, do Porto, é ainda muito pouco. Para não dizer, nada.













