Wednesday, August 26, 2009
Cuba: um país tropical
Monday, July 14, 2008
Oftalmologia
Vejamos alguns detalhes dos resultados alcançados:
- Os hospitais públicos estão a responder ao desafio do Ministério da Saúde, que determinou a redução das listas de espera nas consultas e cirurgias às cataratas.
- A referenciação para hospitais privados "não está a ser equacionada nem é uma questão de relevo neste momento", refere fonte do ministério, visto que "o SNS está a provar que consegue responder às necessidades".
- O programa visa a realização de 30 mil cirurgias às cataratas e 75 mil primeiras consultas num ano. Julho marca o início do prazo, mas vários hospitais "já se anteciparam e os serviços estão a dar uma resposta adequada".
- Além da produção adicional de 10, 20% ou 30% da actividade programada, os hospitais têm de fazer as cirurgias e consultas acima referidas para beneficiar dos incentivos de 28 milhões de euros. Duas unidades do Norte, Braga e Barcelos, garantem ter triplicado o número de cirurgias.
Parece que a solução das listas de espera de cirurgia oftalmológica passou pelo incentivo financeiro!
Monday, July 07, 2008
A escassez prevista de Médicos
- A Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, está à beira da ruptura. Faltam médicos para assegurar as urgências desde o início do ano. Oito clínicos foram convidados para hospitais privados, o que agrava ainda mais a situação.
- Acontece que faltam médicos para garantir as urgências e o número de nascimentos vai subir porque as doentes de Vila Franca vão passar a ser reencaminhadas para esta unidade hospitalar.
- A situação começou a agravar-se com a saída de médicos dos quadros para os hospitais privados. Queixam-se de falta de incentivos, no Estado. Para além dos partos, a Maternidade recebe cem urgências por dia, asseguradas pela mesma equipa médica.
Parece-nos que estamos perante mais uma mega-mistificação na sociedade portuguesa. Não estaremos perante um simulacro de extermínio do SNS? Aguardemos.
Friday, May 09, 2008
O desnorte confirmado no Ministério da Saúde
- Não há médicos oftalmologistas em Portugal?
- Não há hospitais e salas de cirurgia em Portugal?
- Não há energia para fornecer os hospitais portugueses?
- O que andam a fazer esses magos: Altos funcionários do Ministério da Saúde, Alto Comissariado da Saúde (nem sabemos para que serve este Comissariado), Administradores hospitalares, Deputados da nação, o Primeiro Ministro e o Presidente da República?
Não temos nada contra Cuba, a não ser pelo facto de ser um Regime ditatorial e repressor. Mas, Cuba tem recursos médicos, financeiros e de equipamentos, para resolver umas centenas de cirurgias às cataratas de portugueses pobres!
É que não estamos a falar de doenças raras e específicas com terapias muito localizadas em dois ou três pontos do mundo!
Só por isto, qualquer que seja o Ministro da Saúde de Portugal, deveria ser demitido por clara incompetência.
Melhores dias virão!
Wednesday, April 23, 2008
Será que para ver é necessário ir a Cuba?
- São cerca de 30 mil euros que a Câmara de Santarém está disposta a pagar aos Serviços Médicos Cubanos, por intervenções cirúrgicas a doentes oftalmológicos do concelho. O protocolo estabelecido ontem, entre o município e uma representante do Governo cubano, destina-se somente a idosos e munícipes carenciados do concelho.
O Bastonário da Ordem dos Médicos não gosta da decisão da Câmara de Santarém:
- Porém, em declarações ao JN, o bastonário da Ordem dos Médicos (OM), Pedro Nunes, não só questionou os efeitos e os métodos clínicos que serão usados pelos congéneres cubanos, como classificou a decisão escalabitana de "bizarra e miserável".
- "Acho bizarro que uma Câmara gaste o dinheiro do erário público desta forma, porque os doentes não devem ser usados como armas da máquina eleitoral autárquica e pela força de propaganda", disse Pedro Nunes, da OM. "Portugal não está num estado catastrófico para que se tenha de recorrer a Cuba. Pelo menos que o fizessem com países da União Europeia", acrescentou.
Portugal ainda não está num estado catastrófico, mas pode caminhar para lá, se entretanto o rumo das coisas não se inverter.
