- Mais de um terço dos portugueses inquiridos num estudo considera que o Ministério da Saúde (MS) faz "uma má gestão dos dinheiros públicos".
- "uma franja significativa da população portuguesa (cerca de 20%) que aceita a ideia de um SNS pago e não universal".
- 38,6% tem a noção que, num futuro próximo, o Estado não poderá continuar a garantir a todos os cidadãos o acesso a novos medicamentos.
Tuesday, September 27, 2011
A sabida má gestão
Tuesday, July 01, 2008
Observatório dos Sistemas de Saúde: Relatório da Primavera 2008
- de 2000 até 2007, passaram por estes oito hospitais 22 CA, 21 presidentes do CA e 37 vogais diferentes.
As pessoas que nomeiam os Conselhos de Administração dos Hospitais públicos são normalmente os mais Altos Funcionários do Ministério da Saúde, ou seja o Ministro e os Secretários de Estado. Estes Altos Funcionários são escolhidos apenas por decisão política do Primeiro Ministro.
Ou seja, quem nomeia os Conselhos de Administração dos Hospitais públicos parece não ter a mínima noção de que a permanente mudança na gestão de qualquer organização conduz normalmente a uma catástrofe maior ou mais pequena!
Nós bem sabemos, que mais do que o interesse público, importa colocar "boys", como aludiu um antigo Primeiro Ministro.
É a vida! O pior é que assim a "luta contra o déficit" será eterna.
Thursday, May 29, 2008
Saúde alegre
- No que diz respeito às políticas de Saúde e ao desenvolvimento da relação de parcerias na prestação de serviços de Saúde, alguns opinadores nacionais parecem ignorar que, por exemplo, cerca de 50% dos cuidados de Saúde primários na Suécia são prestados através de gestão clínica privada.
- Na Alemanha, mais de 90% dos cuidados de saúde em ambulatório são prestados em regime de gestão clínica privada.
- Em Inglaterra, mais de um quarto das cirurgias no âmbito de vários programas de combate às listas de espera são realizadas através de gestão clínica privada.
- Na Holanda, desde 2006, 99% da prestação de cuidados de saúde é oferecida através de gestão clínica privada. Aqui, o Estado abandonou a gestão clínica pública e concentrou-se na regulação, promoção do acesso universal e garantia da qualidade dos cuidados de saúde prestados.
- Em França, que viu recentemente o seu sistema de saúde classificado como o melhor do Mundo, o cidadão pode escolher o prestador que quiser independentemente de prestar cuidados em regime de gestão clínica privada ou pública.
Perante este "curto" estudo de mercado, chegamos à conclusão que a Europa mais próxima de Portugal, gere a saúde através de mecanismos de gestão profissionalizada e assente numa oferta privada.
Mas, o Professor Kuteev-Moreira avança outras opiniões graves, sobretudo se pensarmos que muitos dos que opinam que a saúde deve ser gratuita, não abdicam das suas ambições não gratuitas:
- Porém, sem querer referir-me a ninguém em particular, a evidência europeia para que, em Portugal, possamos optar pelo enquadramento construtivo da gestão clínica privada é tão avassaladora que é simplesmente espantoso que alguém afirme que não existe.
- São comentários de comentadores que, no contexto actual, não perdem uma oportunidade para agradar ao “aparelho” (seja ele de que cor for).
Thursday, July 19, 2007
European Health Management Association - Conference 2007
- Background: A major recent development in the Portuguese National Health System is the creation of an ‘intermediate care function’ in order to guarantee an integrated approach to care for the elderly, disabled and long-term chronic disease sufferers. The challenges, however, are multiple: organisational, cultural, financial and of media interpretation of governmental intentions, as well as polemics pertaining to a perception that intermediate care is second-class health care. This paper discusses the impact on stakeholders’ values of developing new complementary services.
- Results and discussion: New model for integrated care: difficulties and change management challenges; Demand for new caring skills and know-how in integrated health planning and management; New awareness of opportunities for change and integration; New values versus old financing model.
Tuesday, May 15, 2007
«Politicas de Saúde: Ensaio para um Debate Nacional»
Finalmente:
Saturday, February 10, 2007
Rupturas
O demissionário dá mais detalhes para a sua ruptura: Para Paulo Moreira, as recomendações apresentadas ao Governo “ignoram outras componentes, de ordem organizacional e cultural”, e dão “uma visão redutora do sistema”. “A sustentabilidade do SNS não é exclusivamente económica”, sublinhou.
Não sabemos se a visão economicista é a mais adequada, mas sabemos que o "orçamento da saúde" não é ilimitado!
