Showing posts with label Jorge Simões. Show all posts
Showing posts with label Jorge Simões. Show all posts

Wednesday, June 15, 2011

Portugal tem excesso de hospitais

Quem o diz é este Senhor: O presidente da Entidade Reguladora da Saúde (ERS) defende que Portugal tem excesso de hospitais e considera que é necessário encerrar algumas unidades sem que se ponha em causa o acesso dos cidadãos aos cuidados.

E nós concordamos. Contudo, estamos em crer que o corte não vai ser feito onde existe excesso de oferta hospitalar, como seja em Lisboa, Porto e Coimbra.

Aliás, o Senhor Presidente da ERS dá o mote: Na opinião do presidente da ERS, encerrar "meia dúzia de pequeníssimos hospitais não causa problemas graves às pessoas".

Para nós, a questão coloca-se mais neste simples raciocínio:

- Os concelhos de Amadora e de Sintra, que abrangem cerca de 700.000 habitantes, têm apenas um Hospital.
- O concelho de Lisboa, que não deve ter mais do que 700.000 habitantes, tem no mínimo em funcionamento neste momento: Hospital de Santa Maria, Hospital de São José, Hospital Egas Moniz, Hospital Pulido Valente, Hospital São Francisco Xavier, Hospital D. Estefânia, Maternidade Alfredo da Costa, Hospital dos Capuchos e mais alguns que por aí ainda existem como o Hospital Júlio de Matos e o "já encerrado" Hospital Miguel Bombarda (mas que ainda dá "emprego" a umas dezenas de pessoas, que parece que não encontram outro sítio para onde ir).

Gestão, no Ministério da Saúde? Onde?

Monday, May 14, 2007

A (in)sustentabilidade da saúde

O Presidente da Comissão de Avaliação da Sustentabilidade da Saúde, Prof. Jorge Simões, não parece ter ideias muito claras. Pior. Parece só ver como forma de viabilizar o SNS, o aumento do pagamento, de quem paga pouco.




Nós, humildemente, e sempre na pele do contribuinte e do consumidor da saúde, perguntamos, para que é que se criam Comissões, para tirar conclusões destas?

É que em Gestão, há sempre duas soluções: 1) aumentar receita; 2) reduzir custos.

Nós, achamos que a actual carga fiscal directa e indirecta, já não tem uma contrapartida adequada em termos de serviços públicos. O Prof. Jorge Simões ainda quer aumentar a comparticição dos portugueses.......é que há tanto sítio onde se podem racionalizar as despesas. É só entrar num qualquer Hospital ou Centro de Saúde.