Monday, July 20, 2009
O negócio bancário da saúde
Thursday, June 25, 2009
A crise atinge a saúde privada
Tuesday, May 19, 2009
Será verdade que o Grupo Português de Saúde está melhor?
Thursday, November 20, 2008
HPP: o crescimento através da nacionalização
- A Hospitais Privados de Portugal (HPP), a empresa do grupo Caixa Geral de Depósitos com interesses na Saúde, vai “provavelmente” comprar o Grupo Português de Saúde (GPS).
- ”Provavelmente, ficaremos com a gestão do GPS”, disse a mesma fonte ligada ao banco público, acrescentando que, como muitas das empresas da Sociedade Lusa de Negócios estão “fortemente ligadas” ao banco, o endividamento seria insuportável a curto prazo.
- A concretizar-se, a HPP ficará com a gestão da primeira parceria público-privada na área da Saúde– a gestão de um Centro de Medicina Física e de Reabilitação, em São Brás de Alportel, no Algarve – e com o British Hospital, em Lisboa, para além de várias clínicas espalhadas pelo país.
Engraçado o actual "jogo financeiro". O Estado agora suporta projectos empresariais, levantados com critérios duvidosos e sem viabilidade económico-financeira. O contribuinte pagará, já a seguir.
Thursday, September 11, 2008
Grupo Português de Saúde à venda?
Monday, August 25, 2008
A atractividade do sector da saúde II
- As clínicas privadas portuguesas registaram no ano passado um aumento de 8% na facturação, que atingiu 690 milhões de euros.
- a estrutura da oferta apresenta uma concentração de 80% de quota de mercado nos cinco maiores operadores de saúde, nomeadamente José de Mello Saúde, Espírito Santo Saúde, HPP – Hospitais Privados de Portugal (do grupo Caixa Geral de Depósitos), Grupo Português de Saúde e Clisa.
- A oferta apresenta também uma forte concentração em torno dos grandes grupos seguradores. Neste mercado a quota conjunta das cinco primeiras empresas – Fidelidade Mundial, Ocidental, Império Bonança, Victoria e Allianz – elevou-se em 2007 a 74%”.
Ou seja, o aumento da oferta de serviços hospitalares parece estar associado à concentração na oferta de seguros. Repare-se que a Caixa Geral de Depósitos é o maior grupo segurador em Portugal e um dos maiores operadores hospitalares do país.
Será que o SNS vai aguentar este nível de investimento privado, sobretudo na inovação tecnológica? Esperemos pelos próximos tempos, sobretudo no que se refere ao Orçamento de Estado de 2009.
Thursday, August 14, 2008
Movimentações privadas na saúde
- o Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas refere que o «protocolo de entendimento» ou «documento de intenções» que assinou com o grupo Hospitais Privados de Portugal propõe «a constituição de uma nova sociedade para gerir» o hospital, o Centro Clínico de Ambulatório, ambos em Lisboa, e os postos clínicos de Almada, Amadora, Barreiro, Odivelas e Parede.
- Estas unidades fazem parte da rede de Serviços de Assistência Médico-Social do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas e, segundo o comunicado, a sociedade, a ser formada, «terá o controlo operacional» dos Hospitais Privados de Portugal, para que possa ser assegurada uma «gestão mais profissional».
Acreditamos que as movimentações não fiquem por aqui. Até porque o Grupo Português de Saúde (do BPN) deve estar para ser vendido, pois tem registado uma performance muito má.
Thursday, March 06, 2008
Reorganização na saúde privada
- Franquelim Alves, administrador-executivo da SLN e presidente do Grupo Português de Saúde (GPS), disse à agência Lusa que este negócio se enquadra no processo de racionalização e de focagem que está a ser feito e garante que continuará no sector.
- Para Franquelim Alves, «o presente negócio é um importante sinal da estratégia que iremos adoptar em todas as áreas não financeiras do Grupo: focar os nossos esforços nas actividades em que apresentamos claras vantagens competitivas, racionalizando as nossas operações e afectando recursos onde eles possam gerar mais valor accionista.»
Os próximos tempos vão ser bons para alguns e duros para muitos.
Friday, March 23, 2007
HPP (CGD) quer adquirir Grupo Português de Saúde (BPN)
- A reorganização da oferta pública de saúde.
- As concentrações e fusões, nos sectores público e privado.
- O aumento, nunca antes visto, da oferta privada de saúde.
- A sofisticação da oferta de serviços, desde os cuidados paliativos, até à cirurgia estética, passando pelas Clínicas para interrupção voluntária da gravidez.
- O aumento da pressão jornalística sobre o sector, que reflecte a importância do tema perante o público.
Agora, temos mais um movimento de concentração no sector privado: A Caixa Geral de Depósitos (CGD) está a ponderar apresentar uma proposta à Sociedade Lusa de Negócios (SLN) para comprar o Grupo Português de Saúde (GPS), o segundo maior privado a operar no sector da saúde, avança hoje o "Semanário Económico".
Nada que nos surpreenda. Muito mais aí virá.
Wednesday, January 03, 2007
Expansão do sector privado da saúde
- As clínicas privadas em Portugal cresceram em média 14% ao ano entre 2000 e 2005, com a facturação a passar de 314 para 610 milhões de euros.
E o crescimento vem sobretudo das Seguradoras: As receitas decorrentes de acordos com seguradoras e mutualidades reforçaram a fracção sobre o total do sector em Portugal, tendo em 2005 representado 44% do valor do mercado. E, o gasto per capita em seguros de doença duplicou entre 1999 e 2005, atingindo neste último ano 35 euros.
A força do sector privado da saúde começa a ser relevante:
- Actualmente o número de clínicas privadas não comparticipadas ascende a 39, com um total de 2.100 camas, a que se juntam mais 900 camas em clínicas privadas comparticipadas e centros públicos geridos por operadores privados.
- Lisboa dispõe de mais de 50% da dotação de camas, com 81 camas por clínica, para uma média nacional de 54 camas.
- A oferta concentra-se nas cinco maiores empresas gestoras de clínicas privadas - a José de Mello Saúde, Grupo Espírito Santo Saúde, Hospitais Privados Portugueses (HPP), Grupo Português de Saúde e Clisa.
