- O Chefe de Estado Maior do Exército (CEME) esteve ontem no Hospital Militar Regional de Coimbra (HMR), onde afirmou que a unidade passará a funcionar como centro de saúde
- Na prática, pouca coisa mudará no hospital. “Para além do internamento, vão manter-se todos os serviços”, expressou Pinto Ramalho, garantindo ainda que continuarão “as consultas nas restantes especialidades e o apoio às unidades do exército”.
- As urgências, com médicos a tempo inteiro nas diversas especialidades, com unidades de apoio e unidade de recobro, “só existem no Hospital Militar de Lisboa”, declarou.
- Apesar do fim do internamento e do serviço de neurocirurgia, Pinto Ramalho garante que “os militares do exército vão continuar a desempenhar a sua missão”.
Sinceramente, continuamos a não perceber porquê que os Senhores militares não vão a um qualquer hospital público. Aliás, será que haverá hospitais para polícias, ou para "GNR's"? Ou fará sentido enviar militares aquartelados no Alentejo para serem tratados em Lisboa?
É o que chamamos "poupar no farelo". A farinha continua-se a gastar, mas vai escasseando também!
Post Scriptum: porque não aproveitar o know how acumulado dos hospitais militares e integrá-los em estruturas hospitalares comuns? Ganhávamos todos.
