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Sunday, April 04, 2010

Oportunidades de negócio em Tui

Por cá, o Estado, que é de todos os portugueses, abandona paulatinamente o Interior de Portugal. São as linhas de comboio encerradas. É a falta de incentivos à presença num Interior menos confortável, que leva à desertificação acentuada. A concentração dos fundos comunitários (único investimento que vai existindo em Portugal, e claramente em fim de linha) nos grandes centros urbanos. Tudo isto, como se viver em Campo Maior, em Valença do Minho ou ainda em Vilar Formoso, fosse como se habitasse o deserto. Não é. É terra arável, fértil e com potencial de desenvolvimento.

Mas, parece que do outro lado da fronteira, já não se pensa assim: A pensar no número crescente de espanhóis mas também de muitos portugueses, os serviços de Saúde galegos vão criar um novo centro de atendimento em Tui. Proximidade e ausência de taxa moderadora levam cada vez mais lusos a atravessar a fronteira.

Portugal atravessa um período de mediocridade acentuada. Com falta de gente com visão, com discernimento e com estratégia para um país pequeníssimo. Portugal é tão pequeno como os mais pequenos Estados dos EUA. Portugal é maior do que a Suíça ou a Bélgica. Mas, aqueles países, vão sobrevivendo na sua pequenez, enquanto Portugal regride, se afunila, se encaminha para uma extinção, outra vez!

Depois dos episódios de Elvas, rápidamente substituída por Badajoz, agora vemos que Tui vai substituir Valença. Do lado de cá, os "políticos de turno" nem se incomodam, nem sequer tentam entender o que é a "noção de espaço territorial". Mas, isso era pedir-lhes demais, a gente tão medíocre.

Ou então, os tais "políticos de turno" têm algo mais na sua visão: transformar Portugal numa Região da Ibéria, à semelhança da Galiza ou da Andalucia! Quem sabe. Mas, se for assim, vale a pena serem francos. Por uma vez.

Monday, February 18, 2008

Imagens da saúde em Portugal

Primeira:
  • A autarca (de Odivelas) lamentou que "os cuidados paliativos tenham deixado de funcionar e 24 horas por dia e corram o risco de acabar "por falta de pessoal". Outro dos problemas, segundo a vereadora, é a falta de condições dos centros de saúde actuais. "Há salas onde chove, andares sem casas de banho por problemas de esgotos, prédios sem elevador ou com escadas de acesso que dificultam a mobilidade". Exigiu, por isso, a construção de novos centros de saúde e do Hospital de Loures, que, recordou, "chegou a estar previsto para 2008".

Segunda:

  • o coronel Abílio Gomes assume funções num momento em que o INEM atravessa um período marcado por uma sucessão de casos polémicos de socorro tardio, em diferentes pontos do País.

Terceira:

  • "As viaturas podem estar muito bem equipadas, mas se não houver coordenação, o sistema não funcionará. Não chega ter meios técnicos, é preciso que eles funcionem. E o município de Valença quer que fique inequívoco que não se repetirão episódios como os que recentemente vieram a público, relacionados com o INEM", disse ainda Serra.

Comentário nosso: é difícil gerir pessoas, mas se quem vai para Ministro não o sabe fazer, é melhor não aceitar ser Ministro.